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quarta-feira, 31 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Funcionários do Subway passam pênis nos sanduíches
Funcionários do Subway passam pênis nos pães da lanchonete e postam foto no Instagram. Em comunicado, Subway afirmou que demitiu os empregados e que atitudes como essa não serão toleradas
Funcionários do Subway passam pênis nos pães da lanchonete e congelam a própria urina
Dois funcionários da rede de fast food Subway publicaram fotos no Instagram que chocaram os consumidores da empresa. Ian Jett e Cameron Boggs, que usa o nome “Weedpriest” na rede social, postaram imagens na qual passam o pênis nos pães dos sanduíches da filial na qual trabalham em Columbus, Ohio.
Na legenda, os funcionários escreveram: “Meu nome é @ianjett e eu serei o seu artista sanduíche de hoje”.
Nas outras fotos, eles mostram que congelaram a própria urina em uma garrafa de água no trabalho e moldam o pão em formato de pênis.
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Os perfis no Twitter e páginas Instagram são repletas com fotos das “façanhas” dos funcionários durante o trabalho. Em várias delas, o pão, que é padrão da rede Subway, é moldado em formato de pênis.
Em comunicado, a Subway afirmou que demitiu os empregados e que este “incidente isolado não representa os artistas do sanduíche que trabalham em seus restaurantes”. Além disso, a empresa afirmou que atitudes como essa não serão toleradas.
com Huffington Post e Administradores
Fonte: Chamada Geral
quinta-feira, 18 de julho de 2013
É possível ser eletrocutado por seu celular?
Recentemente, notícias de que a Apple está investigando a morte de uma mulher na China, cuja família disse que ela foi eletrocutada após atender uma chamada em seu iPhone enquanto o dispositivo recarregava, preocupou usuários do smartphone em todo mundo.
Também há pouco tempo, uma jovem de 18 anos teve uma grave queimadura quando o seu Samsung Galaxy SIII explodiu em suas calças no trabalho. O que era uma vez um telefone utilizável foi mutilado; a placa do aparelho foi deformada pelo fogo que incendiou severamente a perna da moça.
Será que é possível ser eletrocutado por seu próprio celular?
A morte de Ma Ailun, 23 anos, foi relatada pela primeira vez no último domingo pela agência de notícias chinesa Xinhua. Citando relatórios da polícia e postagens em mídias sociais pela família de Ma, Xinhua disse que a garota caiu no chão na quinta-feira depois de usar seu iPhone 5 enquanto a bateria estava carregando.
“Estamos profundamente entristecidos em saber desse trágico incidente e oferecemos nossas condolências à família de Ma. Nós vamos investigar a fundo e cooperar com as autoridades neste assunto”, disse a Apple em um comunicado.
Se o telefone realmente teve algo a ver com a morte, ainda é inconclusivo. Detalhes do incidente continuam incompletos. A polícia local confirmou que Ma morreu de choque elétrico, mas ainda tinha que verificar se o telefone dela estava envolvido no caso.
No entanto, a notícia levanta questões sobre os possíveis riscos de danos elétricos nos dispositivos que muitos de nós carregam quase todos os momentos.
Chocar ou não chocar, eis a questão
Especialistas dizem que a probabilidade de alguém ser eletrocutado por um smartphone, mesmo quando o dispositivo está carregando, é muito, muito baixa.
Telefones carregados a partir de um cabo USB tem uma tensão de cerca de 5 volts, não o suficiente para prejudicar seriamente uma pessoa. “Temos visto muito poucos incidentes relacionados a choques ou eletrocussão (envolvendo celulares)”, disse Scott Wolfson, diretor de comunicações da Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor dos EUA. “A maior parte de nossa atenção é sobre superaquecimento, fumaça ou fogo”.
Os riscos se tornam maiores quando alguém carrega um telefone com um carregador inferior ou incompatível. Alguns carregadores “falsos” (ou seja, imitações de fabricações de marca) não têm bom isolamento, potencialmente expondo os usuários a superaquecimento, incêndio ou choque elétrico. Em um post recente online, a Associação de Consumidores da China advertiu sobre o mercado no país estar inundado com carregadores falsificados que poderiam transformar um celular em uma “granada”. “Atenha-se a empresa que fez o seu telefone quando você compra produtos”, alerta Wolfson.
Não está claro que tipo de carregador Ma estava usando, embora sua irmã tenha dito que ela comprou o celular em dezembro em uma loja oficial da Apple e estava usando o carregador original quando o incidente ocorreu.
A mistura de smartphones com água é outra preocupação de segurança. A família de Ma disse que ela saiu do banheiro para atender o telefone. A água é um excelente condutor de eletricidade e umidade sobre a pele pode diminuir a resistência natural de uma pessoa a um choque elétrico.
Além disso, choques elétricos envolvendo eletroeletrônicos muitas vezes nada têm a ver com os próprios dispositivos. Em vez disso, podem ser causados por tomadas elétricas sobrecarregadas, cabos de extensão desgastados ou fiação defeituosa em uma casa.
Wolfson disse que consumidores americanos já relataram alguns casos isolados de telefones pegando fogo enquanto recarregavam. Quando se trata de telefones celulares e de segurança, a maioria dos problemas envolve baterias que estouraram ou pegaram fogo sob calor ou pressão – ou seja, o correto é cuidar bem de seu aparelho, não deixando-o em um carro fechado ou levando-o à praia, por exemplo.
Ainda assim, afirma Wolfson, “é um acontecimento raro [um incidente de segurança com um telefone celular]”. [CNN]
Fonte: hypescience.com
Também há pouco tempo, uma jovem de 18 anos teve uma grave queimadura quando o seu Samsung Galaxy SIII explodiu em suas calças no trabalho. O que era uma vez um telefone utilizável foi mutilado; a placa do aparelho foi deformada pelo fogo que incendiou severamente a perna da moça.
Será que é possível ser eletrocutado por seu próprio celular?
A morte de Ma Ailun, 23 anos, foi relatada pela primeira vez no último domingo pela agência de notícias chinesa Xinhua. Citando relatórios da polícia e postagens em mídias sociais pela família de Ma, Xinhua disse que a garota caiu no chão na quinta-feira depois de usar seu iPhone 5 enquanto a bateria estava carregando.
“Estamos profundamente entristecidos em saber desse trágico incidente e oferecemos nossas condolências à família de Ma. Nós vamos investigar a fundo e cooperar com as autoridades neste assunto”, disse a Apple em um comunicado.
Se o telefone realmente teve algo a ver com a morte, ainda é inconclusivo. Detalhes do incidente continuam incompletos. A polícia local confirmou que Ma morreu de choque elétrico, mas ainda tinha que verificar se o telefone dela estava envolvido no caso.
No entanto, a notícia levanta questões sobre os possíveis riscos de danos elétricos nos dispositivos que muitos de nós carregam quase todos os momentos.
Chocar ou não chocar, eis a questão
Especialistas dizem que a probabilidade de alguém ser eletrocutado por um smartphone, mesmo quando o dispositivo está carregando, é muito, muito baixa.
Telefones carregados a partir de um cabo USB tem uma tensão de cerca de 5 volts, não o suficiente para prejudicar seriamente uma pessoa. “Temos visto muito poucos incidentes relacionados a choques ou eletrocussão (envolvendo celulares)”, disse Scott Wolfson, diretor de comunicações da Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor dos EUA. “A maior parte de nossa atenção é sobre superaquecimento, fumaça ou fogo”.
Os riscos se tornam maiores quando alguém carrega um telefone com um carregador inferior ou incompatível. Alguns carregadores “falsos” (ou seja, imitações de fabricações de marca) não têm bom isolamento, potencialmente expondo os usuários a superaquecimento, incêndio ou choque elétrico. Em um post recente online, a Associação de Consumidores da China advertiu sobre o mercado no país estar inundado com carregadores falsificados que poderiam transformar um celular em uma “granada”. “Atenha-se a empresa que fez o seu telefone quando você compra produtos”, alerta Wolfson.
Não está claro que tipo de carregador Ma estava usando, embora sua irmã tenha dito que ela comprou o celular em dezembro em uma loja oficial da Apple e estava usando o carregador original quando o incidente ocorreu.
A mistura de smartphones com água é outra preocupação de segurança. A família de Ma disse que ela saiu do banheiro para atender o telefone. A água é um excelente condutor de eletricidade e umidade sobre a pele pode diminuir a resistência natural de uma pessoa a um choque elétrico.
Além disso, choques elétricos envolvendo eletroeletrônicos muitas vezes nada têm a ver com os próprios dispositivos. Em vez disso, podem ser causados por tomadas elétricas sobrecarregadas, cabos de extensão desgastados ou fiação defeituosa em uma casa.
Wolfson disse que consumidores americanos já relataram alguns casos isolados de telefones pegando fogo enquanto recarregavam. Quando se trata de telefones celulares e de segurança, a maioria dos problemas envolve baterias que estouraram ou pegaram fogo sob calor ou pressão – ou seja, o correto é cuidar bem de seu aparelho, não deixando-o em um carro fechado ou levando-o à praia, por exemplo.
Ainda assim, afirma Wolfson, “é um acontecimento raro [um incidente de segurança com um telefone celular]”. [CNN]
Fonte: hypescience.com
Mensagem subliminar funciona, afirmam cientistas.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Londres afirma ter descoberto que mensagens rápidas têm um efeito sobre o subconsciente humano, principalmente quando a mensagem é negativa. A pesquisa provou que mostrar palavras e imagens rapidamente afeta a mentalidade da pessoa, mesmo que ela não consiga vê-las conscientemente.
O termo “propaganda subliminar” foi utilizado pela primeira vez em 1957 pelo pesquisador James Vicary, que afirmou que conseguiria fazer com que espectadores de um cinema comessem pipoca e bebessem coca-cola ao colocar imagens rápidas ordenando isso na tela do cinema. Desde então, o medo de que governos e seitas pudessem usar da técnica fez com que a propaganda subliminar fosse proibida em muitos países. O Brasil é um deles. Alguns anos depois, Vicary afirmou ter manipulado os resultados de sua pesquisa; era uma fraude.
beba coca subliminarAgora, entretanto, esta pesquisa que comprova a eficácia dessas mensagens sutis sobre as pessoas. O estudo foi realizado com 50 pessoas, que viam uma série de palavras em uma tela de computador. Cada palavra aparecia na tela por uma fração de segundo, tempo insuficiente para que as pessoas lessem conscientemente as palavras. As palavras mostradas eram positivas (como “animado”, “flor” ou “paz”), negativas (“agonia”, “desespero” e “assassinato”, por exemplo) ou neutras.
Depois de ver as palavras, os participantes deveriam dizer se a palavra era neutra ou emocional – positiva ou negativa, e dizer se tinham certeza disso.
Os pesquisadores descobriram que os participantes respondiam corretamente mais vezes quando eram perguntados sobre as palavras negativas – mesmo quando acreditavam estar “chutando” a resposta. A pesquisadora Nilli Lavie, que realizou o estudo, afirma que o experimento demonstrou que as pessoas realmente conseguem perceber o valor emocional das mensagens subliminares, além de se ligarem mais a mensagens negativas.
Além disso, Lavie afirma que a habilidade de entender sinais subconscientemente pode ser uma evolução para “captar” avisos de perigo: “Existem vantagens evolutivas ao responder rapidamente a informações emocionais”, afirma. “Não podemos esperar pela compreensão consciente quando estamos sendo perseguidos, ou dirigindo sob chuva ou na neblina, ao ver um sinal de ‘perigo’”, completa a pesquisadora.
Lavie acredita que a pesquisa pode ter um impacto sobre o uso de mensagens subliminares em propagandas e em serviços públicos, como campanhas de segurança. “Mensagens negativas podem ter um imapcto mais rápido”, afirma. [Telegraph]
Fonte: hypescience.com
O termo “propaganda subliminar” foi utilizado pela primeira vez em 1957 pelo pesquisador James Vicary, que afirmou que conseguiria fazer com que espectadores de um cinema comessem pipoca e bebessem coca-cola ao colocar imagens rápidas ordenando isso na tela do cinema. Desde então, o medo de que governos e seitas pudessem usar da técnica fez com que a propaganda subliminar fosse proibida em muitos países. O Brasil é um deles. Alguns anos depois, Vicary afirmou ter manipulado os resultados de sua pesquisa; era uma fraude.beba coca subliminarAgora, entretanto, esta pesquisa que comprova a eficácia dessas mensagens sutis sobre as pessoas. O estudo foi realizado com 50 pessoas, que viam uma série de palavras em uma tela de computador. Cada palavra aparecia na tela por uma fração de segundo, tempo insuficiente para que as pessoas lessem conscientemente as palavras. As palavras mostradas eram positivas (como “animado”, “flor” ou “paz”), negativas (“agonia”, “desespero” e “assassinato”, por exemplo) ou neutras.
Depois de ver as palavras, os participantes deveriam dizer se a palavra era neutra ou emocional – positiva ou negativa, e dizer se tinham certeza disso.
Os pesquisadores descobriram que os participantes respondiam corretamente mais vezes quando eram perguntados sobre as palavras negativas – mesmo quando acreditavam estar “chutando” a resposta. A pesquisadora Nilli Lavie, que realizou o estudo, afirma que o experimento demonstrou que as pessoas realmente conseguem perceber o valor emocional das mensagens subliminares, além de se ligarem mais a mensagens negativas.
Além disso, Lavie afirma que a habilidade de entender sinais subconscientemente pode ser uma evolução para “captar” avisos de perigo: “Existem vantagens evolutivas ao responder rapidamente a informações emocionais”, afirma. “Não podemos esperar pela compreensão consciente quando estamos sendo perseguidos, ou dirigindo sob chuva ou na neblina, ao ver um sinal de ‘perigo’”, completa a pesquisadora.
Lavie acredita que a pesquisa pode ter um impacto sobre o uso de mensagens subliminares em propagandas e em serviços públicos, como campanhas de segurança. “Mensagens negativas podem ter um imapcto mais rápido”, afirma. [Telegraph]
Fonte: hypescience.com
quarta-feira, 3 de julho de 2013
10 maneiras de evitar brigar com alguém
Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – TOME FÔLEGO
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
Discussões familiares pioram com o tempo
4 – LEMBRE-SE DA SUA META
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
Discutir faz bem: ser passivo pode ser prejudicial à saúde
5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – SEJA SUAVE
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – OUÇA
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
As mulheres só querem que os homens tentem entendê-las
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – SEJA POSITIVO
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – PENSE NO FUTURO
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.
10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas).
Fonte: hypescience.com
IBGE revela que 76% dos municípios do Piauí o transporte é o mototaxi
A mais recente pesquisa do IBGE sobre os municípios, divulgada nesta quarta-feira, revela que 76% dos municípios piauienses o meio de transporte existente é o mototaxi. O dado é da Pesquisa de Informações Básicas dos Municípios. O levantamento revela a precariedade da estrutura e do serviços nos municípios brasileiros, dentre os quais, o sistema de transporte e segurança.
De acordo com o IBGE, 184 municípios são servidos por ônibus intermunicipal e apenas 26 (12%) contam com ônibus intramunicipal.
No País, apenas 3,4% dos municípios brasileiros possuem Plano Municipal de Transporte, 3,7% contam com Fundo Municipal de Transporte e 6,4% possuem Conselho Municipal de Transporte.
No Piauí, a situação é ainda pior, no tocante a infraestrutura básica e serviços, porque 162 (72%) dos municípios do Estado têm menos de 10 mil habitantes e são mantidos quase que exclusivamente pelos recursos do Fundo de Participação dos Municípios - FPM, ou seja, dependem dos outros municípios para se manterem.
Somente 14 municípios do Piauí declararam ter Secretaria Municipal de Transporte e em 87 (39%) não tinham estrutura alguma na área de transporte. Apenas cinco municípios declararam ter Conselho Municipal de Transporte, dos quais, somente 4 tem Fundo Municipal de Transporte.
Funcionalismo público
De 2005 a 2012, o número de funcionários que trabalhavam para o poder público municipal cresceu 31,7%. Ao todo, isso representou um aumento de mais de 1,5 milhão de novos funcionários, segundo informações da pesquisa Munic 2012 (Perfil dos Municípios Brasileiros).
Fonte: Cidade Verde/ Flash Yala Sena
De acordo com o IBGE, 184 municípios são servidos por ônibus intermunicipal e apenas 26 (12%) contam com ônibus intramunicipal.
No País, apenas 3,4% dos municípios brasileiros possuem Plano Municipal de Transporte, 3,7% contam com Fundo Municipal de Transporte e 6,4% possuem Conselho Municipal de Transporte.
No Piauí, a situação é ainda pior, no tocante a infraestrutura básica e serviços, porque 162 (72%) dos municípios do Estado têm menos de 10 mil habitantes e são mantidos quase que exclusivamente pelos recursos do Fundo de Participação dos Municípios - FPM, ou seja, dependem dos outros municípios para se manterem.
Somente 14 municípios do Piauí declararam ter Secretaria Municipal de Transporte e em 87 (39%) não tinham estrutura alguma na área de transporte. Apenas cinco municípios declararam ter Conselho Municipal de Transporte, dos quais, somente 4 tem Fundo Municipal de Transporte.
Funcionalismo público
De 2005 a 2012, o número de funcionários que trabalhavam para o poder público municipal cresceu 31,7%. Ao todo, isso representou um aumento de mais de 1,5 milhão de novos funcionários, segundo informações da pesquisa Munic 2012 (Perfil dos Municípios Brasileiros).
Fonte: Cidade Verde/ Flash Yala Sena
terça-feira, 2 de julho de 2013
Transporte Público no Brasil: é possível resolver?
Estas últimas semanas de protestos no Brasil têm sido um pouco duras para aqueles que, como eu, se veem longe do país em um momento político tão importante. O transporte público é um tema essencial para qualquer grande cidade e seu bom funcionamento influencia diretamente a qualidade de vida dos seus cidadãos.
Se neste momento eu não posso ajudar com a minha presença nas passeatas, acredito que posso contribuir com ideias, muitas delas construídas durante minhas visitas a outros lugares, onde tive a oportunidade de conhecer sistemas eficientes e baratos de transporte público.
Onde existe e como funcionaria o Passe Livre no Brasil?
Não podemos tratar do tema sem mencionar o Passe livre, modelo adotado em poucas cidades do mundo, como Colomiers e Liborune, aqui na França. Existe um motivo para o sistema ser incomum até em grandes países de regimes social-democráticos: ele exige um gasto muito grande de recursos do Estado que, particularmente, no caso do Brasil, poderia ser melhor aplicado em outras de nossas áreas deficientes.
Apesar da minha crença em soluções menos drásticas capazes de resolver o problema do transporte público, não poderia escrever um artigo sobre o tema sem mencioná-lo e até mesmo concordar que ele não chega a ser uma reivindicação completamente desprovida de sentido.
Cada cidade possui sua própria maneira de lidar com esta conta, mas usarei aqui o Rio de Janeiro (por familiaridade) como exemplo principal. Nesta cidade, graças a um grave problema de políticas públicas, não sabemos dizer quanto efetivamente do custo do transporte é pago pela empresa de ônibus, quanto é subsidiado pelo governo e o quanto é coberto pela venda de bilhetes para os seus passageiros.
De acordo com a Fetranspor e as autoridades locais, o custo é dividido igualmente entre os três fatores, ou seja, no sistema atual os cofres públicos seriam responsáveis por cerca de 33% do custo operacional do transporte na cidade.
É importante lembrar que, visando conter o aumento das passagens no Brasil, o Governo Federal decidiu zerar os impostos do PIS/Cofins para o setor e, no caso carioca, temos Eduardo Paes, que reduziu o ISS de 2% para 0,01%. Trocando em miúdos, empresas de ônibus no Brasil praticamente não pagam impostos e mesmo assim têm ajustado os preços das passagens acima da inflação.
O dado importante aqui é que o Estado não recebe nenhum dinheiro no modelo atual e mantém o seu gasto de 33%.
A cobrança dos passageiros é responsável por cerca de 10% a 20% das despesas totais, já que isso implica em contratar cobradores, instalar catracas, confecções de cartões, perde-se tempo e gasolina em esperas longas para que todos os passageiros embarquem, e etc.
Ou seja, o Passe Livre reduziria – em parte – o custo total do transporte público.
Considerando todos esses dados, se o Passe Livre fosse aplicado, o Estado teria de arcar com um valor mais ou menos equivalente a um pouco mais de o dobro do que o faz hoje. Se atualmente ele paga 33% do custo total, considerando o fim dos mecanismos de cobrança (que tem um custo em torno de 15% em uma cidade grande) e a perda da parceria com uma empresa privada, restariam ainda um adicional de 52% de custo para os cofres públicos.
Como recuperar este dinheiro?
Uma alternativa interessante seria criar pedágios nos pontos centrais da cidade, desencorajando o transporte privado e incentivando o uso massivo do transporte público. Outra boa opção é cobrar por serviços nos trens, ônibus e metrôs da cidade, oferecendo pacotes de wi-fi e outras comodidades para os passageiros interessados em pagar.
Por fim, com um sistema de transporte urbano tão utilizado, certamente será possível arrecadar bastante dinheiro com propaganda.
É claro que, para tornar uma cidade tão funcional em termos de transporte público, será necessário um investimento colossal. Nem mesmo as frotas atuais são decentes o suficiente para aguentar toda esta demanda e, no fim, me parece uma opção muito cara para o Estado.
Modelo europeu do “provar que pagou”
O continente Europeu costuma utilizar um sistema distinto do Brasileiro, no qual os passageiros compram seus tickets antes de embarcar, podendo encontrá-los em máquinas no ponto de ônibus ou em bilheterias específicas (a maioria das pessoas tem um cartão automático do serviço que você paga todo mês).
Ao entrar no seu ônibus ou trem, você passa seu bilhete ou cartão em um dos muitos pequenos terminais dentro dos veículos. Sem atraso, sem catraca, sem tumulto. Uns até entram sem pagar, mas arriscam encontrar alguns dos muitos fiscais que transitam entre os ônibus e trens em busca de fraudes.
Estou convencido que este é o melhor sistema de cobrança, sendo bem mais econômico para todos. Não é incomum, no Brasil, um ônibus ficar horas no ponto porque tem uma longa fila de passageiros para entrar e pagar seu bilhete. Estudos na cidade de Nova York estimam que, graças a essa forma de cobrança, perde-se cerca de 20 minutos por trajeto completo de uma linha de ônibus. Nas grandes cidades brasileiras, com tráfego absurdo, esse atraso deve ser ainda maior, representando um gasto enorme de tempo para os passageiros e de gasolina para os motores ligados.
O modelo londrino do OysterCard
Londres tem um dos transportes público mais caro do planeta, graças ao exorbitante custo de seu metrô: £4.50 Libras (15,20 Reais pela cotação atual). Mas apenas turistas e visitantes costumam pagar este preço.
Na capital inglesa, praticamente todos viajam com o OysterCard, um cartão que assegura preços muito melhores para seus viajantes. Munidos deste cartão, o preço das tarifas do transporte público londrino é diminuído por mais que a metade: o metrô cai para £2,10, os ônibus vão de £2,40 para £1,40, além de inúmeras reduções de acordo com sua classe social ou trabalho (estudantes até 18 anos pagam £0,70 para usar um ônibus).

Para funcionar no Brasil, o cartão deveria exigir um número mínimo de cargas relativamente altas (como 15 ou 20 reais) além de um preço módico pela sua confecção (5 reais reembolsáveis se você devolver o cartão). A barreira de 25 reais garantiria que apenas usuários frequentes da cidade (quem usa transporte público pelo menos duas vezes na semana) comprem o cartão.
O sistema londrino parece se adequar perfeitamente para grandes cidades do Brasil, como Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, que recebem milhões de visitantes todos os anos. Desta forma, temos um preço baixo e justo para a população local que o utiliza sempre, e outro bem maior para turistas e passageiros eventuais.
No momento atual, a passagem de ônibus/metrô (bilhete único não entra nem em discussão) poderia custar R$4,50, mas todos aqueles munidos de cartão de transporte poderiam pagar cerca de R$1,90.
O modelo francês
A França é conhecida por ter o sistema de transporte público mais eficiente do mundo.
São dezenas de opções diferentes, mesmo nas cidades pequenas, que incluem metrôs, ônibus, tramways e trens interurbanos. Ainda que algumas especificidades locais existam (incluindo o Passe Livre em mais de dez cidades), o básico é sempre semelhante:
Na cidade de Lyon, segunda maior área urbana do país, o bilhete único custa €1,70. No entanto, você possui várias opções mais baratas de pagamento para quem é residente. A mais utilizada é o cartão TCL, que abrange toda área urbana da cidade (incluindo os municípios nas periferias) e que custa apenas €53 euros (€28 para estudantes) para lhe dar transporte ilimitado, isto é, qualquer tipo de veículo quantas vezes ao dia você desejar, por um mês inteiro.
Se as principais cidades do Brasil oferecessem um serviço de acesso automático a qualquer transporte público, por cerca de 50 ou 60 Reais e mantivessem as tarifas atuais elevadas, certamente teríamos a solução para o problema.
O lucro das empresas de transporte seria ridiculamente diminuído, mas o que importa é o bem estar da população. Se o Estado arcasse com os custos, creio que com usuários pagando este preço sugerido, os governos pagariam muito pouco mais do que já o fazem hoje.
Conclusão
O que temos de manter em mente é que transporte público é algo vital para o funcionamento das grandes cidades. Certas privatizações foram importantes no Brasil, como o caso do setor de telefonia, mas esta é uma área que não deve visar o lucro. Muito pelo contrário, é um absurdo que prefeitos como Eduardo Paes declarem que irão subsidiar a redução das passagens com dinheiro dos nossos impostos.
O que todos querem é que se reduza o lucro das gigantes do transporte ou, melhor ainda, que repensemos nosso modelo atual, trocando-o por outros que efetivamente funcionam, que respeitem o orçamento dos brasileiros e se adequem às nossas necessidades reais.
Fonte: PDH/ Por Felipe Velloso
Se neste momento eu não posso ajudar com a minha presença nas passeatas, acredito que posso contribuir com ideias, muitas delas construídas durante minhas visitas a outros lugares, onde tive a oportunidade de conhecer sistemas eficientes e baratos de transporte público.
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| Ônibus de graça em Libourne, França. Mas não serve de exemplo para nossas Metrópoles. A cidade não chega a ter 25 mil habitantes |
Não podemos tratar do tema sem mencionar o Passe livre, modelo adotado em poucas cidades do mundo, como Colomiers e Liborune, aqui na França. Existe um motivo para o sistema ser incomum até em grandes países de regimes social-democráticos: ele exige um gasto muito grande de recursos do Estado que, particularmente, no caso do Brasil, poderia ser melhor aplicado em outras de nossas áreas deficientes.
Apesar da minha crença em soluções menos drásticas capazes de resolver o problema do transporte público, não poderia escrever um artigo sobre o tema sem mencioná-lo e até mesmo concordar que ele não chega a ser uma reivindicação completamente desprovida de sentido.
Cada cidade possui sua própria maneira de lidar com esta conta, mas usarei aqui o Rio de Janeiro (por familiaridade) como exemplo principal. Nesta cidade, graças a um grave problema de políticas públicas, não sabemos dizer quanto efetivamente do custo do transporte é pago pela empresa de ônibus, quanto é subsidiado pelo governo e o quanto é coberto pela venda de bilhetes para os seus passageiros.
De acordo com a Fetranspor e as autoridades locais, o custo é dividido igualmente entre os três fatores, ou seja, no sistema atual os cofres públicos seriam responsáveis por cerca de 33% do custo operacional do transporte na cidade.
É importante lembrar que, visando conter o aumento das passagens no Brasil, o Governo Federal decidiu zerar os impostos do PIS/Cofins para o setor e, no caso carioca, temos Eduardo Paes, que reduziu o ISS de 2% para 0,01%. Trocando em miúdos, empresas de ônibus no Brasil praticamente não pagam impostos e mesmo assim têm ajustado os preços das passagens acima da inflação.
O dado importante aqui é que o Estado não recebe nenhum dinheiro no modelo atual e mantém o seu gasto de 33%.
A cobrança dos passageiros é responsável por cerca de 10% a 20% das despesas totais, já que isso implica em contratar cobradores, instalar catracas, confecções de cartões, perde-se tempo e gasolina em esperas longas para que todos os passageiros embarquem, e etc.
Ou seja, o Passe Livre reduziria – em parte – o custo total do transporte público.
Considerando todos esses dados, se o Passe Livre fosse aplicado, o Estado teria de arcar com um valor mais ou menos equivalente a um pouco mais de o dobro do que o faz hoje. Se atualmente ele paga 33% do custo total, considerando o fim dos mecanismos de cobrança (que tem um custo em torno de 15% em uma cidade grande) e a perda da parceria com uma empresa privada, restariam ainda um adicional de 52% de custo para os cofres públicos.
Como recuperar este dinheiro?
Uma alternativa interessante seria criar pedágios nos pontos centrais da cidade, desencorajando o transporte privado e incentivando o uso massivo do transporte público. Outra boa opção é cobrar por serviços nos trens, ônibus e metrôs da cidade, oferecendo pacotes de wi-fi e outras comodidades para os passageiros interessados em pagar.
Por fim, com um sistema de transporte urbano tão utilizado, certamente será possível arrecadar bastante dinheiro com propaganda.
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| Espaço e possibilidades para propaganda não faltam |
É claro que, para tornar uma cidade tão funcional em termos de transporte público, será necessário um investimento colossal. Nem mesmo as frotas atuais são decentes o suficiente para aguentar toda esta demanda e, no fim, me parece uma opção muito cara para o Estado.
Modelo europeu do “provar que pagou”
O continente Europeu costuma utilizar um sistema distinto do Brasileiro, no qual os passageiros compram seus tickets antes de embarcar, podendo encontrá-los em máquinas no ponto de ônibus ou em bilheterias específicas (a maioria das pessoas tem um cartão automático do serviço que você paga todo mês).
Ao entrar no seu ônibus ou trem, você passa seu bilhete ou cartão em um dos muitos pequenos terminais dentro dos veículos. Sem atraso, sem catraca, sem tumulto. Uns até entram sem pagar, mas arriscam encontrar alguns dos muitos fiscais que transitam entre os ônibus e trens em busca de fraudes.
Estou convencido que este é o melhor sistema de cobrança, sendo bem mais econômico para todos. Não é incomum, no Brasil, um ônibus ficar horas no ponto porque tem uma longa fila de passageiros para entrar e pagar seu bilhete. Estudos na cidade de Nova York estimam que, graças a essa forma de cobrança, perde-se cerca de 20 minutos por trajeto completo de uma linha de ônibus. Nas grandes cidades brasileiras, com tráfego absurdo, esse atraso deve ser ainda maior, representando um gasto enorme de tempo para os passageiros e de gasolina para os motores ligados.
O modelo londrino do OysterCard
Londres tem um dos transportes público mais caro do planeta, graças ao exorbitante custo de seu metrô: £4.50 Libras (15,20 Reais pela cotação atual). Mas apenas turistas e visitantes costumam pagar este preço.
Na capital inglesa, praticamente todos viajam com o OysterCard, um cartão que assegura preços muito melhores para seus viajantes. Munidos deste cartão, o preço das tarifas do transporte público londrino é diminuído por mais que a metade: o metrô cai para £2,10, os ônibus vão de £2,40 para £1,40, além de inúmeras reduções de acordo com sua classe social ou trabalho (estudantes até 18 anos pagam £0,70 para usar um ônibus).

Para funcionar no Brasil, o cartão deveria exigir um número mínimo de cargas relativamente altas (como 15 ou 20 reais) além de um preço módico pela sua confecção (5 reais reembolsáveis se você devolver o cartão). A barreira de 25 reais garantiria que apenas usuários frequentes da cidade (quem usa transporte público pelo menos duas vezes na semana) comprem o cartão.
O sistema londrino parece se adequar perfeitamente para grandes cidades do Brasil, como Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, que recebem milhões de visitantes todos os anos. Desta forma, temos um preço baixo e justo para a população local que o utiliza sempre, e outro bem maior para turistas e passageiros eventuais.
No momento atual, a passagem de ônibus/metrô (bilhete único não entra nem em discussão) poderia custar R$4,50, mas todos aqueles munidos de cartão de transporte poderiam pagar cerca de R$1,90.
O modelo francês
A França é conhecida por ter o sistema de transporte público mais eficiente do mundo.
São dezenas de opções diferentes, mesmo nas cidades pequenas, que incluem metrôs, ônibus, tramways e trens interurbanos. Ainda que algumas especificidades locais existam (incluindo o Passe Livre em mais de dez cidades), o básico é sempre semelhante:
- bilhete único entre todos os transportes (que funciona por uma hora, ainda que o Parisiense não possa ser reutilizado, como em Lyon ou Marseille),
- cartão mensal para residentes com um grande desconto de tarifas,
- modelo “provar que pagou”
- e uma ampla rede de linhas que dá suporte à cidade inteira.
Na cidade de Lyon, segunda maior área urbana do país, o bilhete único custa €1,70. No entanto, você possui várias opções mais baratas de pagamento para quem é residente. A mais utilizada é o cartão TCL, que abrange toda área urbana da cidade (incluindo os municípios nas periferias) e que custa apenas €53 euros (€28 para estudantes) para lhe dar transporte ilimitado, isto é, qualquer tipo de veículo quantas vezes ao dia você desejar, por um mês inteiro.
Se as principais cidades do Brasil oferecessem um serviço de acesso automático a qualquer transporte público, por cerca de 50 ou 60 Reais e mantivessem as tarifas atuais elevadas, certamente teríamos a solução para o problema.
O lucro das empresas de transporte seria ridiculamente diminuído, mas o que importa é o bem estar da população. Se o Estado arcasse com os custos, creio que com usuários pagando este preço sugerido, os governos pagariam muito pouco mais do que já o fazem hoje.
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| Tramway em Lyon |
Conclusão
O que temos de manter em mente é que transporte público é algo vital para o funcionamento das grandes cidades. Certas privatizações foram importantes no Brasil, como o caso do setor de telefonia, mas esta é uma área que não deve visar o lucro. Muito pelo contrário, é um absurdo que prefeitos como Eduardo Paes declarem que irão subsidiar a redução das passagens com dinheiro dos nossos impostos.
O que todos querem é que se reduza o lucro das gigantes do transporte ou, melhor ainda, que repensemos nosso modelo atual, trocando-o por outros que efetivamente funcionam, que respeitem o orçamento dos brasileiros e se adequem às nossas necessidades reais.
Fonte: PDH/ Por Felipe Velloso
segunda-feira, 1 de julho de 2013
4 dicas científicas sobre as melhores maneiras de conversar com crianças
Para a maioria dos adultos, conversar com crianças pode ser assustador. Não estamos falando apenas de crianças respondonas, mas também daquelas que não dizem absolutamente nada.
Felizmente, a ciência tem algumas dicas para nos ajudar a encontrar os melhores métodos a fim de obter respostas – reais e verdadeiras – de crianças.
Afinal de contas, há muitos mitos por aí sobre as crianças, como “Elas mentem o tempo todo”, “Elas são inocentes e não sabem mentir”, “Elas estão apenas dizendo algo porque seus pais lhes disseram para dizer”, “Elas sempre dizem exatamente o que seus pais não queriam que elas dissessem”, “Elas não dizem nada”, etc. Segundo a ciência, todas estas opções podem ser verdadeiras – que tipo de resposta você recebe de uma criança dependente da forma como você age, não da forma como ela age.
Aprenda a deixá-la falar
A grande maioria das informações sobre como falar com as crianças vem da pesquisa sobre as melhores práticas para entrevistas forenses.
Entrevistas forenses são entrevistas onde o objetivo é conseguir que uma criança lhe diga, com a máxima verdade, tudo o que ele ou ela viu ou que aconteceu com eles. Na maioria das vezes, é feita quando a criança é a testemunha de um crime ou a vítima de um. Por razões óbvias, esses entrevistadores estão sempre procurando minimizar a chance de que suas perguntas criem vieses para que as crianças deem certas respostas, e estão sempre tentando fazer com que as crianças falem a maior parte do tempo.
Felizmente, a maioria de nós não precisa falar com crianças para esta finalidade. Mas, se você estiver tentando ter uma conversa com uma, os conceitos podem ajudar muito.
Como o da narrativa prática. A ideia é deixar a criança confortável, antes de perguntar sobre algo sensível. E, se você estiver apenas perguntando sobre algum evento, deixe a criança lhe contar tudo sobre ele.
Quando uma criança não responde direito, muitos de nós têm o instinto de “ajudá-la”, fazendo perguntas “mais fáceis”. Assim, o convite “Diga-me sobre o seu cão” torna-se uma série de perguntas fechadas, onde o adulto acaba falando mais. Por exemplo: “Este é o seu cão?”, “Qual é seu nome?” e “Ele é marrom?”. A criança apenas responde: “Sim”, “Rex” e “Não”.
As perguntas abertas são questões que não podem ser respondidas com “sim” ou “não” ou uma única palavra. Em conversas de adultos, usamos perguntas fechadas o tempo todo – isso porque a maioria deles sabe que a pergunta “Este é o seu cão?” é um convite para lhe contar tudo sobre o seu cão. Crianças só veem uma pergunta de resposta “sim/não”, e param de falar depois de dar uma resposta.
Ou seja, adultos deveriam fazer convites abertos para obter respostas narrativas das crianças, como “Conte-me tudo sobre X” ou “Você disse X. Conte-me tudo sobre isso”.
Um estudo de 2007 entrevistou 52 jovens que foram vítimas de abuso sexual. As informações dadas pelas crianças eram mais propensas a ser confirmadas por outra fonte quando foram dadas em resposta a convites (perguntas abertas).
Um estudo de 1997 descobriu que crianças de 9 anos ou mais produziam cerca de 50 detalhes quando ouviam perguntas de respostas “sim/não” e 140 detalhes quando a prática da narrativa foi usada. As perguntas abertas significam que as crianças vão lhe dizer mais.
Outro estudo não só descobriu que questões abertas produziam mais respostas de crianças, mas que as perguntas fechadas produziam mais detalhes apenas conforme as crianças cresciam – conforme ficavam mais velhas, aprendiam a não entender perguntas fechadas literalmente.
No entanto, para a maioria das crianças, perguntas fechadas irão suscitar a resposta mais curta possível. Mais do que isso, perguntas fechadas podem fazer uma criança dizer-lhe coisas que ela sabe não serem verdadeiras, porque se sente pressionada a responder esses tipos de perguntas.
Tome cuidado com a indução
Por exemplo, um estudo realizado por Amanda H. Waterman, Mark Blades e Christopher Spencer entrevistou 73 crianças com idades entre 5 a 8 anos. Eles fizeram três perguntas abertas sensíveis (por exemplo, “O que os pássaros comem?”), três perguntas fechadas sensíveis (por exemplo, “O verão é mais quente do que o inverno?”), três perguntas abertas absurdas (por exemplo, “Onde círculos vivem?”), três perguntas fechadas absurdas (por exemplo, “Uma caixa é mais alta do que um joelho?”) e duas perguntas fora de ordem e absurdas (por exemplo, “É trovão mais forte sussurrar uma?”).
Todas as crianças foram informadas de que poderiam dizer que não sabiam a resposta e, quando perguntadas três semanas depois, quase todas as crianças identificaram corretamente as perguntas em uma de duas categorias: as que faziam sentido e as que eram “bobas”. Ou seja, elas entenderam que algumas eram absurdas.
Quase todas as crianças responderam às questões sensíveis, abertas ou fechadas, corretamente. E 90% das crianças responderam às perguntas absurdas abertas corretamente, dizendo que não sabiam. No entanto, 72% das crianças tentaram responder às perguntas fechadas absurdas, mesmo que mais tarde tenham dito que as perguntas eram “bobas”.
Isso é algo que realmente só vem à tona no contexto de entrevista forense, mas as implicações são importantes para qualquer um que converse com crianças: é importante deixar ela saber que pode responder “não sei” a qualquer momento. E mesmo com isso é preciso ter cuidado.
Um estudo de 1999 fez perguntas abertas e fechadas enganosas ou neutras a 157 crianças com idades entre 9 a 13 anos sobre sua viagem a um museu de ciências. Na primeira parte do estudo, quando as crianças tentaram responder a perguntas que não poderiam saber a resposta, o entrevistador reiterou que elas poderiam dizer: “Eu não sei”, e perguntou novamente. Isso diminuiu as respostas para as perguntas enganosas, mas também diminuiu respostas para as não enganosas.
Isto implica que reafirmar a instrução de resposta “eu não sei” durante a entrevista fez as crianças acreditarem que esta era uma resposta correta. Basicamente, as crianças são extremamente sensíveis aos sinais que você dá quando fala com elas.
Na segunda parte do estudo, a instrução “não sei” foi ampliada para também incentivar respostas corretas, o que resolveu o problema. No cotidiano, isso indica que você deve prestar atenção a suas próprias respostas. Você pode não saber que está fazendo isso, mas sorrir para uma determinada resposta pode fazer a criança repeti-la, na esperança de te agradar.
Outro interessante estudo de 2008 envolveu 99 meninos e 99 meninas com idades entre 4 a 7 anos que conversaram com um entrevistador que, em seguida, saiu da sala. Outro adulto entrou e fez uma de quatro coisas: 1) brincou com uma moeda e com Lego, 2) brincou com a moeda e o Lego, mas incentivou a criança a manter isso em segredo, 3) só brincou com a moeda e 4) brincou com a moeda, mas encorajou a criança a dizer que brincou com o Lego.
Em seguida, o entrevistador voltou e fez uma de três coisas: 1) entrevistou a criança normalmente, 2) tranquilizou a criança de que ela poderia dizer ao entrevistador qualquer coisa e que não iria ficar em apuros por isso, ou 3) pediu que a criança prometesse dizer a verdade.
O juramento foi o que aumentou o número de crianças que disseram a verdade, independentemente do que tinha acontecido quando elas passaram um tempo com o outro adulto. Isto implica que pedir a uma criança para te dizer a verdade é o que mais aumenta a chance dela fazer isso.
Escolha bem o que você pergunta
Tempo e números são realmente difíceis para as crianças. Um estudo pediu que 167 crianças de 6 a 10 anos dissessem sua idade, seu aniversário e qual era o mês atual. Aos 10, quase todas as crianças responderam as perguntas corretamente.
Além disso, todas elas estavam em um orfanato. Metade foi questionada sobre sua última casa e metade foi questionada sobre seu último julgamento (dia passado em uma sessão judicial), o que pareciam ser eventos que ficariam na mente de uma criança.
No entanto, apenas 56% das crianças mais velhas puderam responder corretamente a perguntas sobre o último local que moraram e apenas 52,78% delas souberam responder corretamente as perguntas sobre a sua última data de julgamento – o que é somente ligeiramente melhor que o acaso.
Outro estudo fez um evento em torno do Halloween para 86 crianças de 4 a 13 anos de idade. Três meses depois, elas foram questionadas sobre o evento. Menos de 20% se lembraram de que havia ocorrido próximo ao Halloween, e não eram melhores do que o acaso em responder se tinha sido antes ou depois do Halloween.
Ao falar com crianças, fique longe de perguntas sobre o tempo. As chances maiores são de que elas não serão capazes de dizer quando algo aconteceu.
Em termos de números, o mesmo estudo também analisou o grau de precisão das crianças em responder a perguntas sobre quantas vezes elas se mudaram ou foram para o tribunal. Muito, muito poucas puderam dar o número correto. E apenas cerca de dois terços das crianças respondeu corretamente a perguntas como “Uma vez ou mais de uma vez?”.
O que fazer e o que não fazer
Dentre algumas outras coisas que estudos descobriram que incentivam uma criança a falar, usar o nome dela, bem como usar vocais facilitadores (como “Uh-huh” e “Ah”) estão entre elas.
Já sobre o que não fazer, pesquisadores informam que convites obscuros (como apenas dizer “Diga-me mais” ou ainda “Diga-me mais sobre isso”) não ajudam.
Convites em forma de perguntas também não. Por exemplo, “Você disse X. Diga-me mais sobre X” com certa inflexão que torna-se “Você disse X?” e transforma a resposta em “sim/não”, interrompendo a narrativa da criança e podendo causar uma resposta errônea.
Fonte: http://hypescience.com
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Insatisfeita com o Bolsa Família: “Não dá nem para comprar uma calça de R$300,00 para minha filha”; ASSISTA!
Depois dos boatos sobre o fim do programa Bolsa Família, que levou milhares de beneficiados do programa social do Governo Federal às filas do bancos desde o último sábado, 18, as reportagens com a população que fez saques do dinheiro são comuns na televisão. Uma entrevista em particular, porém, chamou a atenção pela resposta inusitada de uma senhora, quando questionada sobre o que faria com o dinheiro do Bolsa Família. Ela diz o valor é baixo, já que possui uma filha adolescente, e as calças jeans para jovens custam cerca de R$ 300, o que seria impossível de adquirir apenas com o valor da Bolsa. “Eu tô há mais de oito anos que recebo o Bolsa Família, e o dinheiro nunca aumentou. Só ganho R$ 134 e não tá dando nem para comprar uma calça para minha filha, que tem 16 anos… Porque uma calça para uma jovem de 16 anos é mais de R$ 300″, diz a senhora que mora em São Luis no Maranhão, em entrevista. O vídeo esta causando polêmica nas redes sociais e divergências de opiniões.
Texto: sistemampa
O VÍDEO GANHOU VERSÃO REMIX
5 mitos detonados sobre o corpo feminino!
Historicamente, pesquisas sobre saúde não se focaram tanto nas mulheres quanto nos homens. Mas, atualmente, os cientistas estão mudando esse cenário. Confira cinco mitos sobre o corpo feminino que foram analisados por médicos e outros especialistas:
1. UMA MULHER NÃO PODE ENGRAVIDAR QUANDO ESTÁ MENSTRUADA:
Segundo ginecologistas estadunidenses “nada é impossível quando se trata de gravidez”. É, sim, mais difícil que a mulher engravide, mas nem por isso não há essa chance. Quando está dentro da mulher o esperma pode “esperar” até uma semana para encontrar um óvulo dando sopa. E a ovulação pode acontecer logo depois ou, em algumas vezes, até durante o sangramento mensal. Logo, não use o calendário como método único de contracepção, pois ele pode falhar.
2. MENOPAUSA ACABA COM O APETITE SEXUAL:
Uma pesquisa, também nos Estados Unidos, mostrou que metade das mulheres americanas na faixa dos 50 anos fazem sexo várias vezes por mês. Apesar de calorões e de outros desconfortos característicos da menopausa poderem, temporariamente, acabar com o clima para as mulheres (como qualquer desconforto, apresentado em qualquer idade), não há uma ligação direta entre a menopausa e a falta de desejo sexual
3. TOMAR ANTIBIÓTICOS COMPROMETE O EFEITO DA PÍLULA ANTICONCEPCIONAL:
As pílulas têm risco de 1% de falhar e, quando a mulher está tomando antibióticos ao mesmo tempo, essa taxa não muda. No entanto, não há pesquisas mais aprofundadas sobre o assunto que possam afirmar ou negar, com absoluta certeza, se há ou não essa relação. Sabe-se que alguns antibióticos, os prescritos para tuberculose, possuem uma substância chamada rifampina que pode, sim, comprometer o efeito hormonal das pílulas, mas se isso aumenta as chances de gravidez ou se houve uma ocorrência nesse sentido ainda não se sabe.
4. MULHERES E HOMENS PRECISAM DA MESMA QUANTIDADE DE SONO:
Mulheres precisam, na verdade, dormir mais do que os homens. Um estudo que analisou 6 mil pessoas percebeu que mulheres que dormiam cinco horas ou menos por noite tinham mais risco de desenvolver hipertensão e seus níveis de inflamação eram maiores do que mulheres que dormiam de sete a oito horas. Já nos homens, nenhuma diferença entre a saúde daqueles que dormiam cinco horas ou oito foi notada.
5. UM MÉDICO PODE DIZER SE A MULHER É VIRGEM:
Dificilmente médicos conseguem diferenciar as virgens das sexualmente ativas. Não basta apenas procurar por um buraco naquela camada na vagina conhecida como hímen porque, na verdade, o hímen vem com um buraco “de fábrica”. Se a vagina fosse realmente “selada” como uma mulher conseguiria menstruar? Aliás, há casos em que as meninas nascem com o hímen realmente fechado e a menstruação fica alojada no útero, causando sérios problemas de saúde.
Fonte: hypescience.com
Por que as pessoas idosas “caducam”?
Se você, do mesmo modo que tantas pessoas, cresceu ouvindo a história de que é necessário sempre manter seu cérebro trabalhando para não caducar na velhice, temos uma notícia que pode não parecer tão boa: estudos de um centro médico em Chicago indicam que o aprendizado constante na terceira idade realmente adia qualquer disfunção mental, mas que nesse caso ela poderá vir com maior força, se acontecer.
É claro que os médicos não estão dizendo a você, aposentado, que não faça seu cérebro se exercitar com palavras cruzadas, xadrez e literatura, por exemplo. Estas práticas sempre foram consideradas saudáveis e continuam sendo. O que os psicólogos querem dizer é que existe um limite: não sobrecarregue o seu cérebro na vida idosa, porque há um declínio natural de capacidade, e cria-se um limite, querendo ou não. Além disso, chega certa idade (variável para cada pessoa) em que já não se pode mais conter a perda parcial de lucidez, não importa o que se faça.
O estudo conduzido pelos pesquisadores de Chicago durou 12 anos. Foram recrutados 1.157 idosos, com idade igual ou superior a 65 anos, todos mentalmente saudáveis. O primeiro procedimento foi preencher um questionário em que cada um deveria apontar, em uma escala de 5 pontos (em que 5 significa “pratica diariamente” enquanto 1 equivale a “uma vez por ano ou menos”), com que frequência praticavam cada uma das sete atividades estimulantes ao cérebro: ver TV, ouvir rádio, jogar cartas e palavras cruzadas, ler jornais, ler livros, ler revistas ir a museus.
Durante a primeira metade do estudo (seis anos), os pesquisadores determinaram o número de indivíduos que tinham contraído problemas cognitivos suaves (como o Alzheimer, que é uma disfunção de memória) ou nenhum problema. Nos seis anos seguintes, passaram a fazer comparações com o período anterior, e chegaram ao seguinte resultado: aqueles que foram considerados sãos nos primeiros 6 anos tiveram uma redução de 52% na frequência das sete atividades cognitivas, do começo para o fim do estudo. Os que foram diagnosticados com Alzheimer, por sua vez, aumentaram essa taxa de atividades em 42%. Ou seja: os menos saudáveis mentalmente se exercitaram mais.
Na verdade, como explica um dos pesquisadores, a pessoa com um estilo de vida ativo cognitivamente tem doença mental mais grave quando esta é diagnosticada pela primeira vez, e ela deteriora mais rápido do que naqueles que a tiveram antes.
Mas os médicos afirmam que tais atividades, principalmente as que envolvem leitura, retardam a nossa decadência mental inevitável, de qualquer jeito. Assim, baseando-se por esta pesquisa, fica uma escolha ao chegar aos 60: exercitar o cérebro ao máximo para ter maior risco de uma disfunção acelerada, digamos, aos 90, ou não exercitar, ter uma disfunção leve, mas já aos 75 anos. O que sobra são as opções de exercício mental para ajudar a prorrogar o declínio normal que a natureza impõe.
Fonte: Hypescience
É claro que os médicos não estão dizendo a você, aposentado, que não faça seu cérebro se exercitar com palavras cruzadas, xadrez e literatura, por exemplo. Estas práticas sempre foram consideradas saudáveis e continuam sendo. O que os psicólogos querem dizer é que existe um limite: não sobrecarregue o seu cérebro na vida idosa, porque há um declínio natural de capacidade, e cria-se um limite, querendo ou não. Além disso, chega certa idade (variável para cada pessoa) em que já não se pode mais conter a perda parcial de lucidez, não importa o que se faça.
O estudo conduzido pelos pesquisadores de Chicago durou 12 anos. Foram recrutados 1.157 idosos, com idade igual ou superior a 65 anos, todos mentalmente saudáveis. O primeiro procedimento foi preencher um questionário em que cada um deveria apontar, em uma escala de 5 pontos (em que 5 significa “pratica diariamente” enquanto 1 equivale a “uma vez por ano ou menos”), com que frequência praticavam cada uma das sete atividades estimulantes ao cérebro: ver TV, ouvir rádio, jogar cartas e palavras cruzadas, ler jornais, ler livros, ler revistas ir a museus.
Durante a primeira metade do estudo (seis anos), os pesquisadores determinaram o número de indivíduos que tinham contraído problemas cognitivos suaves (como o Alzheimer, que é uma disfunção de memória) ou nenhum problema. Nos seis anos seguintes, passaram a fazer comparações com o período anterior, e chegaram ao seguinte resultado: aqueles que foram considerados sãos nos primeiros 6 anos tiveram uma redução de 52% na frequência das sete atividades cognitivas, do começo para o fim do estudo. Os que foram diagnosticados com Alzheimer, por sua vez, aumentaram essa taxa de atividades em 42%. Ou seja: os menos saudáveis mentalmente se exercitaram mais.
Na verdade, como explica um dos pesquisadores, a pessoa com um estilo de vida ativo cognitivamente tem doença mental mais grave quando esta é diagnosticada pela primeira vez, e ela deteriora mais rápido do que naqueles que a tiveram antes.
Mas os médicos afirmam que tais atividades, principalmente as que envolvem leitura, retardam a nossa decadência mental inevitável, de qualquer jeito. Assim, baseando-se por esta pesquisa, fica uma escolha ao chegar aos 60: exercitar o cérebro ao máximo para ter maior risco de uma disfunção acelerada, digamos, aos 90, ou não exercitar, ter uma disfunção leve, mas já aos 75 anos. O que sobra são as opções de exercício mental para ajudar a prorrogar o declínio normal que a natureza impõe.
Fonte: Hypescience
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Mostre-me seu suvaco e direi quem tu és!
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| Julia Roberts |
Entendo que depilar-se esconde no inconsciente um desejo de não se tornar adulta, pois não ter pelos e característica de crianças. Séria então, um desejo de não crescer ser sempre criança. Também gostar de mulheres “lisas” na verdade revela muito de um sentimento pedófilo. Eu da minha parte, não tenho nada contra as peludas, desde que mantenham a higiene nos seus pelos no suvaco de tantos outros lugares.
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*Imagens Google
AgorAcontece
sexta-feira, 24 de maio de 2013
A evolução da vagina
Vagina: o único órgão encontrado apenas em mamíferos, mas não em peixes, anfíbios, répteis ou pássaros. Não somos sortudos?
E como surgiu esse diferencial da nossa classe?
Há uma velha piada sobre má concepção que questiona que tipo de designer iria colocar os canos de esgoto bem no meio do centro de entretenimento. É uma boa observação. Não faz sentido, do ponto de vista do design, que o nosso sistema excretor e reprodutivo sejam tão intimamente misturados. Já do ponto de vista puramente histórico, faz muito sentido.
A reprodução é uma função excretora – é o momento no qual liberamos gametas produzidos internamente. E, se já temos um ótimo conjunto de tubos em execução a partir de nosso interior para o exterior, por que não usá-los?
O desenvolvimento da vagina
O desenvolvimento nos conta uma parte da história de como surgiu a vagina. Os trato reprodutivo e urinário são entrelaçados no início do nosso desenvolvimento, surgindo juntos de dois pares de canais, os ductos de Müller e de Wolff, que são modificados de forma complexa para formar uma série de rins (da qual mantemos apenas o último, os metanefros) , um conjunto de vias para os testículos, e ainda um outro conjunto para os ovários das fêmeas.
Nos mamíferos que não pertencem a subclasse Theria, todos estes tubos têm um destino comum, uma única saída para o mundo exterior: a cloaca.
“Cloaca” é latim para “esgoto”, que é um nome bem apropriado. O terminal do intestino grosso fica lá, bem como as extremidades dos ureteres a partir dos rins e dos ovários ou testículos. Tudo é despejado para a cavidade da cloaca, fazendo um belo ensopado de fezes, urina e esperma ou óvulos.
Mamíferos marsupiais e placentários dispensaram algumas dessas funções, e expandiram outras. Uma parte do oviduto adquiriu um epitélio vascularizado e especializações para investir e nutrir um embrião residente, tornando-se um útero. Isso é uma função surpreendente e inovadora em si, mas, além disso, também formou, de um outro canal separado, a vagina. A vagina é uma estrutura completamente nova, que não tem homólogo em anfíbios ou répteis.
Essa é uma observação interessante. É uma estrutura totalmente original que surgiu algum tempo depois da separação monotreme-marsupial, uma novidade evolucionária. Como isso aconteceu? Como podemos estudar um evento único, que ocorreu mais de 150 milhões de anos atrás?
Alterações profundas
O pressuposto básico de uma abordagem de evolução molecular para o estudo das novidades evolutivas é que as mudanças na regulação desenvolvimental deixam vestígios na estrutura molecular do genoma, e que um estudo genômico comparativo das estruturas deve ser capaz de identificar alterações genéticas coincidentes com uma novidade fenotípica.
Pesquisadores usaram essa abordagem para tentar descobrir como surgiu a vagina.
Esse processo de consolidação e individuação deve ter deixado cicatrizes detectáveis no genoma – os genes envolvidos devem ter adquirido alterações necessárias para corrigir o fenótipo na população.
Essas alterações teriam sido feitas aos genes reguladores que controlam especificamente a expressão gênica de tecido. E que genes são esses?
Existem alguns prováveis candidatos, como os genes HoxA, que têm regiões de domínio específicas no trato reprodutivo feminino.
A questão é saber se há alguma evidência de que esses genes particulares têm sinais de qualquer conjunto de mudanças que estejam associadas com transições particulares na evolução de vertebrados – em particular, existem diferenças que podem ser rastreadas para a transição entre os monotremados e os Theria, e entre placentários e marsupiais – e, de acordo com a pesquisa feita até agora, a resposta parece ser sim.
Mas ainda há muito a ser feito. Os genes Hox são bastante elevados na cadeia de genes regulatórios, por isso há muitos mais genes que precisam ser analisados. Nós também estamos muito longe de descobrir como esses padrões de expressão gênica definiram os processos morfogenéticos que criaram essa estrutura adorável – a vagina. O importante, porém, é que existem estas questões à espera de serem respondidas – um problema para a ciência investigar.
Essa é a graça da biologia evolutiva: perguntas interessantes, antepassados excitantes, e a promessa de ferramentas para entendermos mais e melhor nosso corpo e nossa história.
Fonte: http://hypescience.com
terça-feira, 21 de maio de 2013
As 10 pessoas mais inteligentes do mundo
O que é ser inteligente? Ler bastante? Ser culto? Saber o que anda acontecendo no mundo? Conhecer equações enormes? Resolver contas altas de cabeça? O debate sobre as pessoas mais inteligentes do mundo é extenso – como definir isso? Pelo QI? Pelas realizações?
Apesar de ser difícil decidir definitivamente quem são as 10 pessoas mais inteligentes do mundo, estas 10 certamente merecem estar na lista. Confira:
1. Stephen W. Hawking
Idade: 71 anos
QI: 160
Hawking é famoso por suas pesquisas inovadoras em física teórica, além de ser o autor de diversos livros que nos ajudam a entender melhor o universo. Com 7 best-sellers e 14 prêmios de reconhecimento, Hawking é um consagrado cientista mesmo sofrendo de uma doença degenerativa (esclerose lateral amiotrófica).
2. Kim Ung-Yong
Idade: 51 anos
QI: 210
“Criança prodígio” não chega perto de descrever Kim Ung-Yong. O Livro Guinness de Recordes Mundiais o lista como a pessoa com o maior QI confirmado do mundo. Com dois anos de idade ele já falava quatro línguas, e com quatro estava frequentando aulas universitárias. Como se isso não fosse suficiente, ele foi convidado pela NASA a vir estudar nos EUA com a tenra idade de 8.
3. Paul Allen
Idade: 60 anos
QI: 170
Cofundador da Microsoft, Paul Allen obteve muito sucesso em transformar sua inteligência em riqueza. Dono de diversas companhias e times esportivos, Paul é a 48ª pessoa mais rica do mundo, com um patrimônio estimado em US$ 14,2 bilhões (cerca de R$ 28,4 bi). Nem precisamos dizer que ele gabaritou o vestibular.
4. Rick Rosner
Idade: 53 anos
QI: 192
QI de 192… só pode ser um cientista, não? Não. Rick é, na verdade, roteirista de TV, e trabalha para o programa de Jimmy Kimmel, da ABC. Segundo suas contas, escreve 60 piadas por dia, mas só 2% entram no texto lido pelo humorista no início de cada noite.
Antes de ser roteirista, Rick também foi stripper, porteiro, garçom, modelo nu… Não o “gênio médio” que todos esperavam, certo? Para completar o pacote, Rick repetiu três vezes o último ano do ensino médio, porque queria “fazer amigos e arranjar uma namorada”. Se deu até ao trabalho de forjar documentos e mudar de nome para se inscrever em outras escolas – já que nem se quisesse repetiria de verdade algum ano escolar. Dificilmente alguém supera Rick em um teste de inteligência. Talvez Ung-Yong.
5. Garry Kasparov
Idade: 50 anos
QI: 190
Garry foi dono do titulo de campeão mundial incontestável de xadrez com 22 anos. Aposentado do esporte desde 2005, ele agora dedica seu tempo à política e literatura. Já concorreu à presidência da Rússia, criou o grupo United Civil Front e ocupou a posição de número 1 do mundo no xadrez de 1986 até 2005. Também é dono da mais alta classificação de todos os tempos (2.851) no jogo e recebeu por mais de dez vezes o Chess Oscars.
6. Sir Andrew Wiles
Idade: 60 anos
QI: 170
O matemático britânico Andrew Wiles é famoso por ter demonstrado, com a colaboração de Richard Lawrence Taylor, o Último Teorema de Fermat (UTF), em 1994/1995, amplamente considerado o problema matemático mais difícil do mundo. Recebeu 15 prêmios de reconhecimento por sua contribuição à matemática e à ciência, além do título de “sir” (Cavaleiros Comandantes da Ordem do Império Britânico).
7. Judit Polgar
Idade: 37 anos
QI: 170
O pai de Judit a criou, bem como suas irmãs, em um programa experimental de educação para tentar provar que crianças podiam alcançar realizações excepcionais se treinadas com foco desde tenra idade. Seu experimento foi um sucesso. Enxadrista desde os 5, aos 15 anos Judit bateu o recorde de Bobby Fischer por cerca de um mês e tornou-se a mais jovem Grande Mestre Internacional da história. Mais uma criança prodígio da lista.
8. Christopher Irata
Idade: 30 anos
QI: 225
Um dos gênios americanos mais conhecidos, Irata chamou a atenção do mundo ao se consagrar o mais jovem (13 anos) ganhador da medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Física. Aos 14 anos, Hirata entrou para a universidade, no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), e dois anos depois começou a trabalhar com a NASA em um projeto que explora a possibilidade de colonizar Marte. Esqueci de mencionar que ele obteve seu doutorado na Universidade de Princeton com 22 anos?
9. Terrence Tao
Idade: 37 anos
QI: 230
Com dois anos, enquanto a maioria de nós ainda estava tentando falar e andar direito, Tao já sabia aritmética básica. Com 9, já assistia aulas de matemática de nível universitário. Obteve seu doutorado na Universidade de Princeton com 20 anos. Já publicou mais de 230 artigos acadêmicos e foi o mais novo participante de uma Olimpíada Internacional de Matemática, ganhando o ouro com 13 anos.
10. James Woods
Idade: 66 anos
QI: 180
Este premiado ator americano também é muito inteligente. Fez aulas de álgebra na Universidade da Califórnia em Los Angeles quando ainda estava no ensino médio, até aceitar uma bolsa escolar para estudar no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Lá, resolveu ser ator, saiu da faculdade e nunca mais olhou pra trás. Só pra provar que realmente era bom em qualquer coisa, Woods recebeu duas indicações de Melhor Ator no Oscar e ganhou três Emmy Awards.
Fonte: http://hypescience.com
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