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terça-feira, 18 de junho de 2013

A CRUZ


Muitos não sabem que a crucificação de Jesus foi e é o fato mais importante que já houve desde a criação da humanidade, entre muitos outros fatos que ocorreram esse é o que mais impressiona pelo ato de redenção da humanidade, na qual mesmo sem merecer livra qualquer pessoa da perdição e salva todo aquele que acredita no ato da crucificação.
A Cruz para nós hoje representa a nova aliança com Deus, que temos por meio de Cristo Jesus. Aliança essa que nos coloca em uma situação favorável, pois nossos pecados nos acusam e revelam a maldade que há em cada pessoa e isso sem excluir ninguém, a bíblia diz: “todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus”. Precisamos acreditar e aceitar essa verdade e assim retornarmos a presença gloriosa de Deus e sermos salvos do castigo reservado a todos aqueles que não quiseram saber de Jesus para viverem uma vida enganosa afogados nos pecados da mentira, soberba, imoralidade e prazer carnal, que rouba a paz interior do homem, a proposta de salvação torna-se irrecusável aos que tem sabedoria e percebem que existe algo muito valioso na aliança com Deus por meio de Cristo Jesus.
A Aliança é para todos, mas somente aqueles na qual acreditam é que a receberão. Existem três passos que devemos tomar, o primeiro passo é o ato de crer, sendo este ao ouvirmos a palavra de Deus, então decidimos se cremos ou não, acreditar é o início do Caminho que leva a Deus. Alguns dizem: “eu tenho fé”, mas será que realmente têm mesmo, conheço muitos que na primeira oportunidade abandonam sua fé e outros que na segunda ou na terceira o fato é que sempre haverá situações que tentarão nos fazer desistir do Caminho, mas não há desculpa para desviar-se dele e nem problema que nos faça desistir se o maior problema de nossas vidas já foi resolvido na Cruz. O segundo passo é confirmação no nosso coração que acreditamos na Verdadeque ouvimos e decidimos seguir em frente, não há duvidas para quem sabe que tudo o que Deus fala é Verdade e vai mudar nossa vida para melhor. O terceiro é morrer para si mesmo e assim recebemos Vida, a verdadeira Vida que temos por meio da comunhão com o senhor Jesus Cristo, ele mesmo nos revela isso quando disse: “eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vai ao Pai se não por mim.”
Portando foi na Cruz que Deus mostrou o quanto nos ama, tudo aquilo que lá aconteceu foi para o bem de nossa vida, na Cruz Jesus sofreu, sentiu dor, foi humilhado e morreu, mas, ressuscitou ao terceiro dia, para que a assim nossa vida seja de alegria, paz e felicidade ele restaurou nossa vida por meio de sua vida.

FONTE: BÍBLIA SAGRADA (LINGUAGEM DE HOJE)

AUTOR: PEDRO RODRIGUES

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Palácio para Deus?

Foto: Obras do "Templo de Salomão da IURD, em SP
O Antigo Testamento está repleto de passagens que reiteram a importância do Templo para os israelitas. Para ele eram levadas as ofertas e sacrifícios. Nele o povo se reunia para adorar a Deus. Davi sonhou em construí-lo, mas foi Salomão que concluiu a obra, o que lhe rende grande fama até hoje. O templo era o centro do culto a Deus no Antigo Testamento, mas ao que parece essa visão ainda está presente em muitas igrejas atualmente.

Prova de que a centralidade do templo anda em alta no meio do povo cristão está patente aos olhos de quem contempla as megaconstruções, às vezes sem fim, de igrejas. A justificativa está quase sempre amparada em textos bíblicos do AT. No final das contas, quase todo o dinheiro arrecadado que sobrou das despesas fixas teve como destino a conclusão da obra (do templo, não de Deus).

Poucas heresias têm sido tão bem sucedidas como esta, que se tem disseminadoentre as mais diferentes denominações sob o disfarce de glorificação do nome do Senhor, “que é santo, grande e belo, e por isso merece um palácio”, como alguns gostam de dizer. Na verdade, o que está por trás desse anseio que muitos líderes têm por ver suas casas de oração impecavelmente acabadas é a velha e conhecida vaidade, que causou a queda do homem e de Satanás e ainda faz estagnar ministérios limitados às quatro paredes, impecavelmente pintadas, por sinal.

Já perdi as contas de quantas vezes ouvi o mesmo discurso em torno do templo. Campanhas e mais campanhas são feitas para terminar aquela parte ali e começar aquela acolá. A coisa vira uma bola de neve e nunca tem fim. Os crentes se empolgam em torno da mais recente obra eclesiástica inaugurada, dão glórias a Deus e motivam-se ainda mais a contribuir para a conclusão do Palácio para o Rei dos reis.

Enquanto isso, a crise humanitária nas mais longínquas regiões do planeta, ou ali mesmo na esquina, passa despercebida. A seca, a violência urbana e a miséria na favela ao lado são assuntos retóricos, e se o Poder Público não faz, não se deve responsabilizar as igrejas. Fotos de missionários implorando por auxílio financeiro enfeitam as paredes do templo, e ex-drogados, ex-presidiários e ex-doentes são trazidos à baila com seus testemunhos para refrigerar nossas consciências e comprovar que a igreja está fazendo a coisa certa.

O discurso até pode variar, mas a prática é quase sempre a mesma. Algumas moedas para as agências missionárias carentes, um discurso retaliador a obras sociais supostamente ancoradas na Teologia da Libertação e o carnê da construção no bolso, e deste pro gazofilácio. Afinal, Deus é maravilhoso, e merece mármore, granito e, se possível, um santo dos santos como o que está descrito na Bíblia. E não se pode esquecer os bancos confortáveis para os membros fieis (leia-se dizimistas), ambiente climatizado para aumentar o conforto dos filhos da promessa e um púlpito digital para otimizar a mensagem pregada.

Onde é que estamos, Senhor? Que santidade é essa que pregamos que faz do supérfluo prioridade e transforma missionários em pedintes? De que parte do discurso de Jesus aprendemos que tu te importas mais com templos que com vidas?

Não estou aqui propondo que as igrejas deixem de investir completamente em seus edifícios, nem afirmando que comprar aparelhos de ar condicionado ou bancos acolchoados seja sempre futilidade. Sei muito bem que cada comunidade tem seu contexto e suas necessidades específicas. Estou perguntando a você e a mim mesmo, que somos a Igreja, onde estamos colocando nossos dízimos e ofertas. E presumo que a resposta não seja a mais satisfatória.

Pergunto-me se quando Cristo voltar as paredes dos templos irão encontrar com ele nas alturas juntamente com a Igreja. Acho que não. E tenho cá minhas dúvidas de que se trata de cegueira espiritual. Está mais para leviandade, comodidade e vaidade. E ouso afirmar que a Igreja será rigorosamente cobrada pela forma como tem tratado questões bíblicas urgentes e prioritárias.


“Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos. Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. Mt 25:41-46.

Fonte: Bereianos

VATICANO CORRIGE PAPA FRANCISCO: Ateus vão para o inferno

Papa Francisco havia dito que mesmo os ateus podem se salvar, desde que realizem boas ações.

Após o papa Francisco dizer ao mundo que mesmo os ateus podem ir para o céu, o Vaticano divulgou um comunicado: ateus ainda vão para o inferno.

O Vaticano emitiu esta semana “nota explicativa sobre significado de ‘salvação”, após a mídia noticiar que o papa Francisco “prometeu o céu a todos engajados em boas ações”, incluindo os ateus.

Em resposta às matérias publicadas em sites e jornais, o Rev. Thomas Rosica, porta-voz do Vaticano, disse que pessoas que conhecem a Igreja Católica “não podem ser salvas” se “recusarem-se a entrar nela ou fazer parte dela”.

(Ou seja: ateus ainda estão indo para inferno se não aceitarem Jesus Cristo como Senhor e Salvador.)
O porta-voz também disse que o papa Francisco não tinha “intenção de provocar um debate teológico sobre a natureza da salvação” na sua homilia na última quarta-feira.

A confusão teológica começou após o líder de 1,2 bilhão de católicos romanos no mundo declarar em sua mensagem que ateus iriam desfrutar da salvação se fossem boas pessoas. O papa Francisco disse:

“O Senhor redimiu a nós todos, a todos, pelo sangue de Cristo: todos nós, não apenas católicos. Todos! “Padre… os ateus também? Mesmo os ateus?” Todos!”

“Fomos criados filhos à semelhança de Deus e o sangue de Cristo redimiu a nós todos! E todos temos o dever de fazer o bem. E esse mandamento para todos fazermos bem, penso ser um belo caminho para a paz. 

Se nós, cada um fazendo a sua parte, fizermos o bem uns aos outros, se nos encontrarmos lá, fazendo o bem, então iremos gradualmente criando uma cultura de encontro. Devemos nos encontrar na prática do bem. “Mas eu sou ateu, padre. Eu não creio…” “Faça o bem e nos encontraremos lá.

Por Examiner. Tradução: Walter Cruz

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Não quero mais ser evangélico

Imagem:
http://www.noticiasemoda.com.br/biblia-catolica-online.html
Não estou brincando! A indignação toma conta de meu ser, pois não dá mais. Evangélico no Brasil virou sinônimo de movimento financeiro religioso, algo meio sem ética – ou totalmente se preferir –em que se rouba e depois ora pedindo perdão a Deus. O “mensalão” de Brasília revela não apenas o que há de pior na política brasileira, mas algo cheira mal na fé evangélica também (ou plagiando o filme, “Fé de mais não cheira bem”). Como é possível alguém orar e dizer que o “financiador” é uma bênção para a cidade? A verdade é que hoje a cristandade está com a síndrome de Geazi, servo do profeta Eliseu (2Reis 5:20-27). Correndo atrás dos tesouros de Naamã, a cristandade gananciosa(2Reis 5:20) mente e camufla situações para justificar seus pecados (2Reis 5:22); pior, esconde o pecado (2Reis 5:24), mostrando a hipocrisia em que vivem (2Reis 5:25). Desta vez foi a gota d’água, ver um pastor, que é deputado distrital – o que já é incoerente, pois ou é pastor ou deputado – e o presidente da Câmara, orando e pedindo a Deus pelo gestor dasfraudes, chamando-o de “instrumento de bênção para nossas vidas e para a cidade”. Para a cidade de Brasília eu não sei, mas parece que o gestor financeiro do mensalão foi uma “bênção” para outros.
Não é apenas isso (ou tudo isso), mas a Igreja Evangélica no Brasil virou um monstrengo, uma colcha de retalhos, que mistura “alhos com bugalhos”, Bíblia com água e óleo ungido. Os pastores deixaram de ser homens de reconhecida piedade para serem executivos da fé; jogaram no lixo a orientação de Paulo para serem ministros de Cristo, que se ocupassem da leitura da Escritura, “à exortação e ao ensino” (1Timóteo 4:12,13), para serem ministros de si mesmo, onde a “escritura” agora é auto-ajuda, e a exortação e o ensino viraram barganha de promessas. Não me escandalizo mais, pois o que sinto é uma revolta contra aqueles que “seguiram pelo caminho de Caim, e por causa do lucro se lançaram no erro de Balaão...” (Judas 11).

Por isso não me chamem de “evangélico”, pois este termo implicava numa atitude baseada no Evangelho de Cristo. Mas hoje isso virou um termo jocoso e maldoso. Não quero mais compactuar com pastores que vendem e compram igrejas (isso mesmo!) como se fossem propriedades privadas, investimentos financeiros lucrosos. Não quero mais saber deste evangelicalismo sem ética, sem doutrina e que está mandando milhares para o inferno. Chega deste evangelho de faz-de-conta, em que Jesus é apresentado como um “amigão”, mas nunca como Senhor. Chega deste “evangelho” sem cruz, sem vergonha e mentiroso. Com certeza, Pedro está certo quando afirma pelo Espírito Santo: “... Tais homens têm prazer na luxúria à luz do dia... enganam os inconstantes e têm o coração exercitado na ganância. São malditos. Eles se desviaram, deixando o caminho reto e seguindo o caminho de Balaão, filho deBeor, que amou o prêmio da injustiça” (
2Pedro 2:13-15).
E agora? Onde estão os apóstolos que pedem dinheiro e se envolvem com as maracutaias religiosas? Onde estão aqueles que oram pelo dinheiro sujo e pedem em nome de Deus que os abençoe? Onde estão aqueles que vendem igrejas com membros e tudo mais? Que pedem “trízimo” (não estou brincando), ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo? Onde estão os profetas com suas “profetadas” e palavras “ungidas”? Onde está a Igreja que diz proclamar em alta voz que o Brasil é do Senhor Jesus? Ouçamos Isaías: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que transformam trevas em luz e luz em trevas, e ao amargo em doce, e o doce em amargo!... Por isso a ira do SENHOR acendeu-se contra o seu povo, e o SENHOR estendeu a mão contra ele e o feriu...” (Isaías 5:20,25a). 
Aqui não é um julgamento. Que ninguém me venha com a falácia de “Não julgueis para não serdes julgados”, pois isso é um simplismo de que se aproveitam muitos daqueles que são desonestos e usam a Bíblia para justificar suas ações. Diante da injustiça não podemos nos calar, seja ela de um evangélico ou não. Não me chamem de evangélico, pois não quero este evangelho mercadológico. Quero apenas ser cristão, quero apenas seguir a Cristo e viver para Ele.


O autor, Gilson Souto Maior Junior, é pastor sênior da Igreja Batista do Estoril e professor de Antigo Testamento e Hebraico da Faculdade Teológica Batista de Bauru.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Dizimo no debito automático.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Provas da existência de Seres Humanos Gigantes



Esqueletos
Por Bruno H. Aquino
Eu, como um mero curioso, sempre gostei desse assunto envolvendo a antiguidade! Há cerca de alguns milênios, a estatura humana era sobremodo elevada como se evidencia através do registro fóssil. Existiam homens na Mesopotâmia cuja estatura ultrapassava 3 ou 4 metros. Esses gigantes eram chamados nefilins.
Registros Fósseis
Em vários lugares foram encontrados dezenas de fósseis, incluindo pegadas, que comprovam a existência de raças de homens gigantes. Como a que há nos arredores do Rio Paluxy, no Texas,EUA, que seria de uma mulher que possuía cerca de 3,05 m de altura e cerca de 454 kg de peso, ou o gigante fossilizado de 3,65 metros, que foi desenterrado durante uma operação mineira em County Antrim, Irlanda, ainda no século 19. Também no final dos anos 50 durante a construção de uma estrada no sudeste da Turquia, em Homs e Uran-Zohra no Vale do Eufrates, região próxima de onde viveu Noé após o dilúvio, foram encontradas várias tumbas de gigantes. Elas tinham 4 metros de comprimento, e dentro de duas estavam ossos da coxa (fêmur humano) medindo cerca de 120 centímetros de comprimento. Calcula-se que esse humano tinha uma altura de aproximadamente 4 metros e pés de 53 centímetros. Uma cópia do osso está sendo comercializada pelo Mt. Blanco Fóssil Museum na cidade de Crosbyton, Texas, EUA.

Mas a pergunta que não quer calar é: Por que essas descobertas não são divulgadas?

É muito simples: Tudo aquilo que não se encaixa na teoria evolucionista e funciona de alguma maneira para comprovar a veracidade bíblica é descartado. Primeiro, o que eles não puderem explicar vão tentar esconder, depois afirmar que é uma anomalia, e por último se calar e tentar calar a quantos puderem. O evolucionismo não explica satisfatoriamente a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
 
Registros Bíblicos

Os escritores bíblicos falam de pessoas gigantes, com quase três metros de altura. Assim afirmam alguns textos bíblicos sobre esses gigantes:

"Naqueles dias estavam os nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na Antigüidade". (Gênesis, 6: 4).

"Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos" . (Números, 13: 33).

"Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo. Pela medida antiga, a menor de um côvado que era de 45 cm, Golias tinha a altura de 2,85 a 2,90 mt mais ou menos". (I Samuel, 17: 4).

O termo hebraico para gigantes é nephlins, e é um termo um pouco obscurecido, sendo que, a luz de Nm 13.33, seriam realmente pessoas de alta estatura (Golias possuía quase 3 metros de altura, 1 Sm 17.4). Porém, nada impede que, analisando o término do versículo, tais gigantes fossem pessoas de renome e valentes.





Fêmur

Mandíbula

Pegadas
Fonte: internet / estudos
Lideranca.Org

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Nossa meta como membros da 1ª Igreja Batista em Parnaíba.

Cada vez mais parecidos com Jesus

Deus deseja que você cresça espiritualmente, tornando-se cada vez mais parecido com Jesus. É sem duvida o desejo dos membros da 1ª Igreja Batista em Parnaíba, junto com toda sua liderança espiritual.
Três passos para sermos mais parecidos com Jesus:   
·  1. Amar a Deus
ü  Através das ministrações nos grandes ou pequenos ajuntamentos de celebração (cultos).
ü  Domingo (manhã) 9h - Escola Bíblica Dominical
ü  Domingo (noite) 19h - Celebração da Família e Culto Infantil
ü  Terça-feira (noite) 19:30h – Culto nos Lares
ü  Quarta-feira (noite) 19:30h - Culto de Oração e Ministração da Palavra de Deus
ü  Quinta-feira (noite) 19:30h - Clamor da Família e Escola de Líderes
ü  Sexta-feira (noite) 19:30h – Projeto Socio-Evangelistico ÁGAPE
ü  Durante a semana reunimos nos lares em PGS – Pequenos Grupos Saudáveis
·  2. Amar uns aos outros
ü  Através dos encontros de Pequenos Grupos, de casa em casa, desenvolvemos a mutualidade do amor uns aos outros.
·  3. Proclamar o amor de Jesus
ü  Através da ação pessoal de cada um, na proclamação do evangelho do Senhor Jesus Cristo e de forma relacional.
Fonte: Proparnaiba

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Como posso saber se algo é pecado?


Como posso saber se algo é pecado?
Foto: http://reformandome.blogspot.com.br/2012/03/o-pecado-por-john-bunyan.html
Há dois aspectos envolvidos nesta questão: (1) Há coisas que a Bíblia especificamente menciona e declara como pecado. Exemplos disto incluem: Provérbios 6:16-19; Gálatas 5:19-21; I Coríntios 6:9-10. Não pode haver dúvidas que estas Escrituras apresentam tais atividades como pecaminosas, coisas que Deus não aprova. Assassinato, adultério, mentira, roubo, etc. – não há dúvidas de que a Bíblia apresenta tais coisas como pecado.

(2) O ponto mais difícil está em determinar o que é pecado em áreas que a Bíblia não apresenta diretamente. Quando a Bíblia não menciona um determinado assunto, temos, em Sua palavra, alguns princípios gerais que nos guiarão. (a) Quando não há referência específica na Escritura, é bom perguntar não se determinada coisa é errada, mas se é realmente boa. A Bíblia fala, por exemplo, em remir o tempo (Colossenses 4:5). Nossos poucos dias aqui na terra são tão curtos e preciosos em relação à eternidade, que não devemos jamais perder tempo com coisas egoístas, mas usá-lo somente com coisas boas “ para promover a edificação” (Efésios 4:29).

(b) Um bom teste é determinar se podemos honestamente, em sã consciência, pedir a Deus que abençoe e use a atividade em particular para Seus próprios bons propósitos. “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). Se há lugar para a dúvida se algo agrada a Deus, então melhor é desistir. “...e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). (c) Precisamos nos lembrar de que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Coríntios 6:19-20). Esta grande verdade deve ter um verdadeiro impacto no que fazemos e aonde vamos com nossos corpos.

(d) Devemos avaliar nossas ações não somente em relação a Deus, mas também em relação a seus efeitos em nossa família, nossos amigos e outras pessoas em geral. Mesmo se algo em particular possa não nos ofender pessoalmente, se for ofensivo ou afetar a outra pessoa, isto é errado. “Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça. Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos” (Romanos 14:21; 15:1). (e) Lembrem-se, finalmente, de que Jesus Cristo é nosso Senhor e Salvador, e não se pode permitir que nada mais tome a prioridade de que estejamos em acordo com Sua vontade. Não se pode deixar que nenhum hábito, recreação ou ambição tenha um excessivo controle sobre nossas vidas: somente Cristo tem esta autoridade. “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma” (I Coríntiois 6:12). “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Colossenses 3:17).

segunda-feira, 11 de março de 2013

Escolha de sucessor de Bento XVI dificilmente sairá amanhã, indica porta-voz


O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, indicou hoje (11) que o sucessor do papa emérito Bento XVI não deverá ser escolhido amanhã (12), quando começa o conclave. Em tom bem-humorado, Lombardi indicou a tendência ao descrever como será emitida a fumaça, que  ocorre após cada votação. “Provavelmente, a fumaça escura deverá durar alguns minutos [amanhã]”, disse ele, ao fazer um balanço sobre a décima e última reunião que antecede o conclave, realizada hoje.

O porta-voz referiu-se à emissão da fumaça, na Capela Sistina, assim que é encerrada a votação no conclave. A fumaça na cor escura surge quando não há consenso. A fumaça branca é emitida quando é eleito o papa - aquele que obtém dois terços da maioria, no caso 77 votos favoráveis.

Lombardi disse que 152 cardeais estiveram presentes, dos quais 115 têm direito a voto no conclave. No total, 28 cardeais fizeram intervenções nessa última reunião. Mas, no total, durante as dez reuniões, 161 falaram ao longo dos últimos dias.

Na última reunião preliminar, o administrador interino da Santa Sé, Tarcísio Bertone, fez um balanço da situação financeira do Banco do Vaticano. No momento, há uma série de informações, publicadas na imprensa internacional, sobre desvios de recursos na institutição. Mais uma vez, os cardeais discorrerram sobre o perfil do sucessor de Bento XVI. Mas Lombardi não entrou em detalhes.

A partir das 17h30 (13h30 no horário de Brasília) um grupo de 90 profissionais de diversas áreas, que prestarão apoio durante o conclave, farão um juramento de sigilo. Há uma cerimônia exclusiva para eles que não poderá ser acompanhada pela imprensa.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 8 de março de 2013

Vídeo mostra pastor Marco Feliciano pedindo senha de cartão de fiel.



Um vídeo que mostra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), que também é pastor evangélico, pedindo dinheiro para os fiéis de sua igreja, a Catedral do Aviamento da Assembleia de Deus. O pastor também repreende um fiel que doou o cartão sem a senha para sacar o dinheiro.

"É a última vez que eu falo. Samuel de Souza doou o cartão, mas não doou a senha. Aí não vale. Depois vai pedir o milagre para Deus e Deus não vai dar. E vai falar que Deus é ruim", diz durante a celebração na igreja.

Após confusão, eleição de pastor para presidência de comissão é adiada
OAB critica indicação de pastor para Comissão de Direitos Humanos

O pastor é o indicado do PSC para assumir a presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Mas seu nome é alvo de protestos por declarações consideradas homofóbicas e racistas de autoria do pastor.



No vídeo, Feliciano incita os fieis a doarem R$ 1.000, mas para quem não pode oferecer toda a quantia, o pastor diz para doar R$ 500.
Segundo o pastor, o fiel pode fazer a "oferta" de diversas formas. A igreja aceita dinheiro, cheque, cartão, depósito bancário e até moto. Também aceita cheques pré-datados para 90 dias. "Isso não te quebra o coração, você vai ficar mesmo com esse dinheiro na carteira?", questiona o pastor.
"Esse foi o que acreditou", diz o pastor ao pegar o cheque de um fiel. "Esses eu queria segurar todos na mão porque eu vou fazer uma oração especial para ele."
A Folha tentou entrar em contato com o deputado para comentar o vídeo, mas ele não foi localizado até a publicação desta notícia. Os integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias discutem nesse momento se devem ou não começar a reunião para a eleição do novo presidente do colegiado. O encontro está fechado para manifestantes.

COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS

A votação para escolha do novo presidente da comissão estava marcada para ontem (6), mas foi adiada para esta quinta-feira (7) após protestos contra a indicação do pastor para o cargo e encerramento da sessão sem a votação.
Candidato único, Feliciano precisaria de ao menos 10 votos, de um total de 18 deputados do colegiado, para ter sua indicação oficializada. O presidente da comissão, deputado Domingos Dutra (PT-MA), não conseguiu sequer iniciar a votação. Uma série de questões de ordem propostas sobretudo pelas bancadas do PSOL e do PT questionaram a qualificação do candidato para o cargo.
A deputada Érika Kokay (PT-DF) questionou, com base no regimento da Câmara, a "afinidade" do deputado com os temas tratados na comissão. "Não são desconhecidas as posições e as posturas do pastor. Ele afirmou que Aids é câncer gay, que os africanos foram amaldiçoados. A candidatura apresenta pelo PSC fere o regimento interno", disse a deputada.
A sessão também foi marcada pela presença de ativistas e militantes favoráveis à causa homossexual. Manifestantes gritaram palavras de ordem e interromperam várias vezes a reunião. Ao final, encerrada a sessão, gritaram: "Até o papa renunciou, Feliciano, sua batata já assou".
Em seu Twitter, a assessoria de Feliciano afirmou que ele saiu da sessão com "lágrimas nos olhos", escoltado por seguranças e quase agredido.
Em 2011, Feliciano declarou que os "africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé". Depois, disse que foi mal compreendido: "Minha família tem matriz africana, não sou racista".


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Bento XVI faz última aparição como Papa


Joseph Ratzinger partiu do Vaticano pela última vez na tarde desta quinta-feira na condição de Papa Bento XVI. Ele embarcou em um helicóptero pouco após as 17h (13h em Brasília) e chegou cerca de 20 minutos depois em Castel Gandolfo, onde viverá durante a realização do Conclave. Já na pequena cidade italiana, Bento XVI falou rapidamente para uma multidão aglomerada em frente a sua nova residência e despediu-se dos fiéis, encerrando seu ciclo à frente da Igreja Católica, uma das maiores religiões monoteístas do mundo.
"Caros amigos, obrigado por sua amizade e afeto. Vocês sabem que esse é um dia diferente para mim. Eu ainda sou pontífice, mas depois das 20h não serei mais", disse Bento XVI da sacada da sua nova residência em sua última aparição pública como Papa.

Em pronunciamento sucinto, ele definiu-se como "apenas um peregrino" e desejou boa noite à multidão de cerca de 10 mil pessoas que acompanhavam sua despedida do mais alto posto da Igreja Católica. "Obrigado a todos, e boa noite", encerrou o Papa, e se retirou de cena.



Às 20h (16h), ele deixa oficialmente de ser o Papa Bento XVI e passa a ser chamado 'Sua Santidade, Papa emérito', títutulo por ele escolhido. Espera-se que o Ratzinger more por até dois meses em Castel Gandolfo, período durante o qual os cardeais deverão escolher seu sucessor, provavelmente a partir da primeira quinzena de março.

Mais cedo, ainda no Vaticano, Bento XVI despediu-se pessalmente de seus cardeais e declarou obediência e reverência a seu sucessor. "Continuarei próximo a vocês em orações, especialmente nos próximos dias... quando vão eleger o próximo papa a quem hoje eu declaro minha reverência e obediência incondicionais", disse.

Fonte:Terra

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Pastor acusa sistema Android de representar diabo


O pastor e rapper brasileiro Juninho Lutero, acusou o sistema operacional Android, do Google, de ser uma "consagração demoníaca" e de "fazer parte de um projeto diabólico que pretende escravizar as pessoas".
A acusação se deu devido a descoberta de uma imagem escondida nas configurações dos aparelhos com sistema Android.

Confira o vídeo:
Faça o teste no seu aparelho com Android e coloque nos comentários.

Fonte: http://procurandovagas.org

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Papa Bento XVI vai renunciar ao pontificado no dia 28 de fevereiro

Imagem: Divulgação
O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro. Bento XVI anunciou a renúncia pessoalmente, falando em latim, durante o consistório para a canonização dos mártires de Otranto.

O Vaticano confirmou a notícia e afirmou que o papado vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido. Em comunicado, Bento XVI afirmou que vai deixar o cargo devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer o cargo.

O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto.

Fonte: G1

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Pastor Lucinho, sobre sexo antes do casamento: “Apenas o Espírito Santo pode refrear o desejo”. Leia na íntegra


O polêmico pastor Lúcio Barreto, conhecido como Lucinho e famoso por simular o uso de cocaína numa Bíblia, concedeu uma entrevista falando sobre namoro para jovens cristãos.

Para Lúcio Barreto, “um namoro santo só existe quando há entendimento entre o casal, de que formará uma só carne. Não adianta um lado ser santo e o outro não”.

Segundo ele, há a necessidade de um “compromisso do casal com Cristo”, e um período de apresentações entre os dois jovens: “Já vi jovens começarem o relacionamento orando, jejuando e muito comprometidos, mas um dos lados estava só de fachada [...]Sempre proponho o período de ‘corte’ para saber se está pisando em areia movediça ou em um chão sólido, pois assim irá construir a base para um namoro santo, sabendo que aquela pessoa com quem está ama a santidade e a pureza”.

O pastor Lucinho acredita que a única forma de evitar o sexo antes do casamento é uma entrega do casal ao Espírito Santo: “Eu só conheço uma força no mundo que faz o solteiro, casado ou qualquer pessoa refrear algum desejo, seja o de comprar, o sexual, de apetite ou dormir, essa força se chama Espírito Santo. Só Ele consegue controlar nossos desejos, ainda mais na juventude, em que isso é tão explorado e descontrolado”, contextualiza.

Na entrevista concedida ao site da Igreja Batista da Lagoinha, Lucinho sugere que os jovens peçam a Deus para dar força nos momentos de fraqueza: “A gente entrega 365 dias, mas sempre há três ou quatro que estamos ‘virados’ (sensíveis) e as resistências estão mais baixas. Então, temos que pedir a Deus: ‘Senhor, não deixe coincidir o dia da minha fraqueza com a tentação ideal, se não será ‘prato cheio’ para eu cair’”.
Lucinho propõe ainda que os jovens passam por “um período de abstinência de tudo, inclusive de namoro”, e justifica sua sugestão com uma comparação incomum: “Assim como um drogado precisa de abstinência, muitos necessitam não apenas encontrar alguém para casar, mas se encontrar primeiro, porque a pessoa não está bem com ela mesma”.
O pastor lista ainda uma série de sugestões para que os jovens consigam evitar o sexo antes do casamento. Confira abaixo, na reprodução integral da entrevista:


Como ter um namoro santo?
Um namoro santo só existe quando há entendimento entre o casal, de que formará uma só carne. Não adianta um lado ser santo e o outro não. O compromisso do casal com Cristo precisa ser muito forte. Já vi jovens começarem o relacionamento orando, jejuando e muito comprometidos, mas um dos lados estava só de fachada. O lado forte é quase sempre influenciado pelo lado fraco. Geralmente e infelizmente não são o contrário, quem está muito bem com Deus, geralmente, é influenciado por quem não está e não o contrário. A primeira coisa no início do relacionamento é você saber em qual terreno está pisando. Sempre proponho o período de “corte” para saber se está pisando em areia movediça ou em um chão sólido, pois assim irá construir a base para um namoro santo, sabendo que aquela pessoa com quem está ama a santidade e a pureza.
Como evitar os desejos da carne?
Eu só conheço uma força no mundo que faz o solteiro, casado ou qualquer pessoa refrear algum desejo, seja o de comprar, o sexual, de apetite ou dormir, essa força se chama Espírito Santo. Só Ele consegue controlar nossos desejos, ainda mais na juventude, em que isso é tão explorado e descontrolado. Muitas vezes o que acontece com o casal de namorados é o famoso daqui pra ali, o casal sai do culto entra no carro e começa a se beijar, depois se encontra sem roupas, podendo até ter consumado o ato sexual.
Conheço um casal em que ambos especificaram o que não seria feito. A moça disse ao rapaz: “Você não vai encostar ao meu pescoço por motivo nenhum, porque ativa algo em mim que eu não quero”, houve honestidade. Não se pode ficar em certos lugares sozinhos, usar roupas provocantes. É preciso impor limites em um relacionamento, tanto ela quanto ele. Às vezes começa conversando, depois pega na mão, sempre o dia seguinte exige um pouco mais do dia anterior. E aí como muitos jovens não têm perspectiva de se casarem cedo, não vê uma data, não vê uma possibilidade, o casal acaba não esperarando.
Apenas a mulher deve impor limites ou os dois?
Algumas mulheres “partem para cima”, mas atualmente tanto o homem quanto a mulher precisa frear. Na verdade, para mim, o homem sabe que pode levar a namorada dele para a cama, mas pode também optar por não levá-la, por ver que ela está num dia mais carente. E age assim: “Eu poderia aproveitar da sua fragilidade, mas não vou fazer isso”, e a mesma coisa a mulher, porque a gente entrega 365 dias, mas sempre há três ou quatro que estamos “virados” (sensíveis) e as resistências estão mais baixas. Então, temos que pedir a Deus: “Senhor, não deixe coincidir o dia da minha fraqueza com a tentação ideal, se não será ‘prato cheio’ para eu cair.”’
O casal é cristão; porém, não segue os preceitos bíblicos. Como ajustar o namoro à luz da Palavra?
Primeiro é um choque de gestão. Tem que parar com o que está fazendo de errado. Penso que a maioria dos jovens precisa, dentro e fora da igreja, de um período de abstinência de tudo, inclusive de namoro. Muitos sentem medo de não ter alguém, e em um, dois, três anos acabam se envolvendo com tanta gente ou com uma só pessoa, e tão profundamente que não dá para sair e entrar em outro relacionamento.
Assim como um drogado precisa de abstinência, muitos necessitam não apenas encontrar alguém para casar, mas se encontrar primeiro, porque a pessoa não está bem com ela mesma. Então, o casal, primeiramente, deve parar o ato sexual. Se possuir hábitos de ir para o motel, precisa deixar de frequentar. Caso o relacionamento esteja sem limites, deve parar com todas as liberdades. Geralmente (os jovens não gostam que eu fale isso), quando o relacionamento já tem sexo, muita coisa está acontecendo, então, sugiro um “dar tempo” ou até mesmo terminar.
O que defendo é o seguinte: se a pessoa que está com você for de Deus para sua vida, independentemente das circunstâncias, ela irá voltar para você. Quando o casal continua junto fica mais difícil para eles se absterem e fazerem a busca pelo Senhor. Podem conversar, mas devem evitar saírem juntos, ficar sozinhos. Isso para quando forem para o casamento dizerem assim: “Puxa, não venci na área sexual só porque me casei, consegui vencer antes”. Acredito na segunda virgindade, que é quando Cristo entra na vida de alguém. A pessoa pode ter tido a vida mais promíscua, mas Jesus a purificou, e do momento para frente é um recomeço.
O que não posso fazer em um namoro?
*Evite ficar sozinho com o namorado (a);
*Evite entregar demais o coração, tem gente que com um mês, dois meses de relacionamento, diz assim: “Você é tudo pra mim, eu morro sem você”. Vá devagar, não entregue suas emoções tão rapidamente;
*Não fique sem orar;
*Não fique sem ler a Bíblia,
*Não fique sem mentores dentro da igreja, e, principalmente, seus pais monitorando passo a passo do namoro;
*Não misture a vida financeira se não tiver noivado ou ter marcado o casamento,
*Não se isole dos amigos, porque muitos quando começam a namorar se afastam dos trabalhos na igreja e ficam sozinhos, apenas os dois. E se o namoro terminar, não terão mais amigos na igreja. Esses são alguns conselhos simples.
Quais lugares frequentar?
Indico sempre a casa de ambos, dos pais, pois namorar perto dos pais dá temor. Outra sugestão boa é a igreja e os amigos. Tudo que é feito em grupo é legal. Mas veja que engraçado: o motivo número um de divorcio hoje é o arrependimento de não ter curtido a vida de solteiro. Alguns quando se casam pensam assim: “Nossa, não curti a vida de solteiro, vou voltar a sair, a encontrar pessoas”.
Já o solteiro que pode fazer isso não faz, ele se isola. O solteiro está agindo como casado e o casado quer agir como solteiro. Ainda que esteja noivo(a), é solteiro, tem que sair muito com os amigos, sair com o grupo. É lógico que às vezes ele irá sair sozinho ou com outro casal de amigos. Enquanto os homens saem juntos para assistirem a um jogo, as mulheres vão para o shopping. Um tem que dar espaço para o outro, a questão do ciúme tem que ser muito bem resolvida. Os sinais sempre aparecem, ninguém se casa enganado. A pessoa tem que ser honesta com ela mesma, ver algumas coisas que apontam para algo ruim, que possam acontecer dentro do casamento.
O namoro só deixa de ser santo se houver sexo?
Não, umas das piores coisas que pode acontecer ou talvez seja a pior, é a defraudação: gerar no outro um desejo que não pode ser realizado. Um rapaz me perguntou assim: “Até onde posso ir com a minha namorada um milímetro antes de pecar?” Eu falei: “É a mesma coisa de você me dizer que quer andar na beirada do precipício. Você anda, mas o risco de você cair é muito grande, pois está muito perto. Então vou lhe dar a seguinte resposta: faça com a sua namorada tudo o que você quiser que um rapaz faça com a com a sua filha quando ela namorar.” “Mas como assim, qual será o limite?” Simples o limite, faça com essa jovem tudo que você puder fazer no altar da igreja”. Entenda que as atitudes são um boomerang, fazer com a filha dos outros é legal, mas a vida anda. Hoje você é estilingue, amanhã será a vidraça. Tome cuidado!
O homem olhar para outra mulher ou vice-versa também traz o pecado para o namoro?
Não, a gente precisa entender que Deus colocou em nós a condição de apreciar sem pecar. Posso olhar um carro, posso olhar uma mulher e dizer: “Olha que bonita!”, e não desejá-la, arrancar-lhe a roupa em minha cabeça e não levá-la para a cama. Quantas vezes eu e minha mulher, casados, assistindo a um filme ou em lugar, cometamos sobre alguém. Exemplo: Eu e a Patrícia estávamos na praia, quando disse: “Paty, veja esse cara. Poxa, ele está cuidando do corpo, parece mais velho, mas está muito bem, em forma.” Hoje a sociedade está tão pecaminosa, tudo é sexo, arrancar a roupa. É possível apreciar, achar legal sem imediatamente cometer pecado.
Como saber se a opinião de outras pessoas (como amigos, pessoas não cristãs) está influenciando?
Contar tudo só mesmo para quem pode ajudar. Não vou contar para os meus amigos que estou com uma dor, vou a um especialista, ao médico. Pode ser que você irá se abrir com um amigo(a) que está no mesmo grau que você. As igrejas estão cheias de pastores, casais mais velhos que podem ser mentores, sem contar os pais. Temos o hábito de ir atrás de quem não pode acrescentar nada à nossa vida, e não de quem tem todas as ferramentas, porque já passou por experiências semelhantes, e pode aconselhar, mas às vezes não escutamos. O jovem, principalmente, chega a duvidar dos conselhos da mãe: “Ah, o que a minha mãe pode dizer?” É preciso saber que Deus guardou dentro dos pais um amor pelos filhos que ninguém sente. Logo, eles podem dizer o que servirá como solução.
É bom ser acompanhado por alguém?
É muito importante o acompanhamento de alguém, pois tem coisa na vida que a gente consegue fazer sozinho, mas há aquelas que acontecem somente com ajuda. E a vida sentimental tem se tornado “calcanhar de Aquiles” para muita gente, e essa é a área mais frágil, mais destruída da vida da pessoa. Então, se a pessoa tiver um coach (técnico), alguém que o aconselha aonde ir, como ir, será muito bom. Digo, porque passei por isso, e tenho o privilégio de fazer atualmente aos outros. Vejo que faz toda a diferença, é um presente de Deus!
Por Tiago Chagas, para o Gospel+/ Blog Parnaíba Gospel

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Senador Roberto Requião critica “comércio religioso na TV” e quer criar movimento para “combater a prática”. Leia na íntegra

A abordagem em torno da teologia da prosperidade feita por muitas das igrejas que marcam presença na grande mídia têm incomodado muitos cristãos Brasil afora, e incomodou o senador Roberto Requião, que redigiu uma carta aberta ao público evangélico. 

Exaltando protestos contra as práticas abusivas, Requião citou o exemplo do blogueiro Danilo Fernandes, do Genizah, e reclamou do “comércio religioso” na TV, dizendo que o povo cristão poderia dar “suporte à ideia” de proibir programas com enfoque na arrecadação de dízimos e ofertas.

A ideia pode, num futuro próximo, tornar-se um manifesto e um fórum de debates, e gerar um movimento que vise a mudança do quadro atual, trazendo transparência e ética à presença religiosa em geral nas grandes mídias.

Requião, que já foi governador do Paraná, afirma que no tempo que esteve à frente do governo, cedeu espaço para igrejas realizarem eventos de massa na praça do Palácio Iguaçu, sede da administração estadual, e afirma que o apelo por “dinheiro era entremeado de uma série de ‘milagres’”.

“Como cristão, não desfaço dos milagres, da intervenção sobrenatural, do incrível poder da fé. O que não posso aceitar são esses espetáculos de cura, essa evocação dos poderes de Deus como se eles fossem a mais banal das banalidades”, diz o senador, que sugere a averiguação de tais milagres por órgãos sérios e reconhecidos: “Não estou propondo a intervenção da ciência, do Estado, da Justiça nos assuntos da religião. Quero apenas que se separe o joio do trigo, como ensinam as Escrituras”, contextualiza Requião.

Para o senador, “parece inevitável o paralelo entre o comércio da fé hoje e o comércio da fé nos estertores da Idade Média. A venda de indulgências, por exemplo, que provoca os protestos pioneiros do inglês John Wycliffe, dos tchecos Jan Huss e Jerônimo de Praga, antecessores das reformas propostas pelas 95 teses de Lutero, equipara-se, hoje, à venda da cura, da felicidade, da prosperidade, da salvação eterna, desde que você contribua financeiramente com as igrejas e os pastores televisivos”.

A ausência de ações ligadas à contribuição social por parte das igrejas que ocupam espaços na TV também foi motivo de observações por parte do senador Requião: “Elas pedem, mas não dão; elas prometem prosperidade, riqueza, desde que você pague. Com seu enorme poder de comunicação, não lideram campanhas em favor dos mais pobres, por hospitais, creches, pela redução da mortalidade materno-infantil, pela erradicação do analfabetismo, pela frequência escolar, contra o trabalhão escravo e contra a exploração da mão-de-obra infantil”.

Roberto Requião, em seu apelo aos cristãos, pede uma “firme oposição aos vendilhões de fé”, pois “é preciso que isso tenha um paradeiro”.

Para ele, é importante que evangélicos e católicos se unam no propósito de fiscalizar tais práticas: “Pergunto: seria necessário a coerção de uma lei para impedir o comércio da fé? Será que a educação, o esclarecimento e a argumentação, aos moldes dos reformistas dos séculos XIV e XV, não seriam o caminho indicado para combater essa novel simonia?”, questiona.

Confira abaixo, a íntegra da carta-aberta do senador Roberto Requião sobre o “comércio da fé”, ao povo evangélico:


Danilo Fernandes, que em seu perfil no twitter identifica-se como “cristão protestante e blogueiro diletante da arte de aporrinhar falsos profetas e vendilhões da fé”, diz que está orando “para que surja um político que tenha gana de passar uma lei acabando com o comércio religioso na TV”.

Eu topo, desde que o povo evangélico e católico, e os bons e sinceros cristãos protestantes como o Danilo, também dêem suporte á ideia.

Na verdade, o comércio religioso na TV, de que crença seja, incomoda-me há bom tempo. Nos dois últimos períodos em que governei Paraná, entre 2003 e 2010, era constantemente solicitado a ceder o espaço frontal do Palácio Iguaçu a grandes “happenings” desta ou daquela denominação evangélica. No centro das prédicas, a convocação dos fiéis para que pagassem os espaços que as denominações haviam comprado em emissoras de televisão.

Para que o apelo tivesse maior impacto, o pedido de dinheiro era entremeado de uma série de “milagres”. Cegos que recuperavam a visão, entrevados que, de repente, andavam lepidamente, vítimas de câncer, lombalgia ou espinhela caída que se viam livres da doença e dos incômodos.

Como cristão, não desfaço dos milagres, da intervenção sobrenatural, do incrível poder da fé. O que não posso aceitar são esses espetáculos de cura, essa evocação dos poderes de Deus como se eles fossem a mais banal das banalidades. Penso que a intervenção dos Conselhos Regionais e do Conselho Nacional de Medicina, dos Ministérios Públicos Estaduais e do Ministério Público Federal, ou para atestar a seriedade dos portentos ou para desmascarar os charlatães, seria não apenas desejável e sim obrigatória.

Não estou propondo a intervenção da ciência, do Estado, da Justiça nos assuntos da religião. Quero apenas que se separe o joio do trigo, como ensinam as Escrituras. O paralelo que o Danilo Fernandes faz entre os vendilhões do Templo com os vendilhões da fé, é irretocável.

Como também parece inevitável o paralelo entre o comércio da fé hoje e o comércio da fé nos estertores da Idade Média. A venda de indulgências, por exemplo, que provoca os protestos pioneiros do inglês John Wycliffe, dos tchecos Jan Huss e Jerônimo de Praga, antecessores das reformas propostas pelas 95 teses de Lutero, equipara-se, hoje, à venda da cura, da felicidade, da prosperidade, da salvação eterna, desde que você contribua financeiramente com as igrejas e os pastores televisivos.

Três vezes governador do Paraná e prefeito de Curitiba estabeleci com as igrejas evangélicas e católica parcerias magníficas, de grande resultados. Meus dois grandes companheiros em inúmeras iniciativas sociais eram, de um lado, o pastor Pimentel, da Assembleia de Deus e, de outro, o bispo católico Dom Agostinho Sartori. Quer no Governo, quer na Prefeitura testemunhei o papel essencial, vital que as igrejas desempenham na promoção humana, na solidariedade, na transformação das pessoas.

Abri a televisão pública estadual às igrejas, para que elas propagassem a fé e difundissem conceitos éticos e morais. Organizei festivais de música gospel, com a participação de todas as denominações religiosas. Procurei deixar bem clara a minha posição de respeito às igrejas e ao papel que desempenham na construção do processo civilizatório, na formação da cidadania.

Nada disso vejo na “igreja da televisão”. Elas pedem, mas não dão; elas prometem prosperidade, riqueza, desde que você pague. Com seu enorme poder de comunicação, não lideram campanhas em favor dos mais pobres, por hospitais, creches, pela redução da mortalidade materno-infantil, pela erradicação do analfabetismo, pela frequência escolar, contra o trabalhão escravo e contra a exploração da mão-de-obra infantil.

Quando lançou suas teses em 1517, Lutero dizia que cada protestante era “um pouco hussita”, lembrando o assassinato na fogueira do padre tcheco um século antes, condenado ao martírio por sua radical oposição ao comércio da fé. Sejamos também “um pouco luteranos” na firme oposição aos vendilhões de fé.

Sim, Danilo Fernandes, concordo, é preciso que isso tenha um paradeiro. No entanto, pergunto: seria necessário a coerção de uma lei para impedir o comércio da fé? Será que a educação, o esclarecimento e a argumentação, aos moldes dos reformistas dos séculos XIV e XV, não seriam o caminho indicado para combater essa novel simonia?

Quando fui prefeito de Curitiba (1986-89), de comum acordo com a Associação Inter-Religiosa de Educação, a Assintec, que reúne protestantes, católicos, mulçumanos, judeus, budistas e tantos outros credos, restabeleci o ensino religioso nas escolas municipais da cidade. Estava convencido, e continuo seguro, de que o ensino religioso (nada a ver com proselitismo) desempenha um papel importantíssimo na formação de crianças e jovens.

Não seria essa, caro Danilo, uma das frentes de combate para vencer a terrível heresia da mercantilização da fé?

Roberto Requião

Senador da República

Fonte: Gospel +


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