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segunda-feira, 24 de junho de 2013

5 mitos detonados sobre o corpo feminino!

Historicamente, pesquisas sobre saúde não se focaram tanto nas mulheres quanto nos homens. Mas, atualmente, os cientistas estão mudando esse cenário. Confira cinco mitos sobre o corpo feminino que foram analisados por médicos e outros especialistas:
1. UMA MULHER NÃO PODE ENGRAVIDAR QUANDO ESTÁ MENSTRUADA:
Segundo ginecologistas estadunidenses “nada é impossível quando se trata de gravidez”. É, sim, mais difícil que a mulher engravide, mas nem por isso não há essa chance. Quando está dentro da mulher o esperma pode “esperar” até uma semana para encontrar um óvulo dando sopa. E a ovulação pode acontecer logo depois ou, em algumas vezes, até durante o sangramento mensal. Logo, não use o calendário como método único de contracepção, pois ele pode falhar.
2. MENOPAUSA ACABA COM O APETITE SEXUAL:
Uma pesquisa, também nos Estados Unidos, mostrou que metade das mulheres americanas na faixa dos 50 anos fazem sexo várias vezes por mês. Apesar de calorões e de outros desconfortos característicos da menopausa poderem, temporariamente, acabar com o clima para as mulheres (como qualquer desconforto, apresentado em qualquer idade), não há uma ligação direta entre a menopausa e a falta de desejo sexual
3. TOMAR ANTIBIÓTICOS COMPROMETE O EFEITO DA PÍLULA ANTICONCEPCIONAL:
As pílulas têm risco de 1% de falhar e, quando a mulher está tomando antibióticos ao mesmo tempo, essa taxa não muda. No entanto, não há pesquisas mais aprofundadas sobre o assunto que possam afirmar ou negar, com absoluta certeza, se há ou não essa relação. Sabe-se que alguns antibióticos, os prescritos para tuberculose, possuem uma substância chamada rifampina que pode, sim, comprometer o efeito hormonal das pílulas, mas se isso aumenta as chances de gravidez ou se houve uma ocorrência nesse sentido ainda não se sabe.
4. MULHERES E HOMENS PRECISAM DA MESMA QUANTIDADE DE SONO:
Mulheres precisam, na verdade, dormir mais do que os homens. Um estudo que analisou 6 mil pessoas percebeu que mulheres que dormiam cinco horas ou menos por noite tinham mais risco de desenvolver hipertensão e seus níveis de inflamação eram maiores do que mulheres que dormiam de sete a oito horas. Já nos homens, nenhuma diferença entre a saúde daqueles que dormiam cinco horas ou oito foi notada.
5. UM MÉDICO PODE DIZER SE A MULHER É VIRGEM:
Dificilmente médicos conseguem diferenciar as virgens das sexualmente ativas. Não basta apenas procurar por um buraco naquela camada na vagina conhecida como hímen porque, na verdade, o hímen vem com um buraco “de fábrica”. Se a vagina fosse realmente “selada” como uma mulher conseguiria menstruar? Aliás, há casos em que as meninas nascem com o hímen realmente fechado e a menstruação fica alojada no útero, causando sérios problemas de saúde.
Fonte: hypescience.com

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Mostre-me seu suvaco e direi quem tu és!

Julia Roberts
Dentre muitos temas de relevância e tantos outros irrelevantes, parei para pensar em suvacos/axilas femininas. Percebo sempre uma preocupação e uma sensação de desconforto das mulheres, quando seus suvacos estão sendo observados, mesmo que acidentalmente.

Entendo que depilar-se esconde no inconsciente um desejo de não se tornar adulta, pois não ter pelos e característica de crianças. Séria então, um desejo de não crescer ser sempre criança. Também gostar de mulheres “lisas” na verdade revela muito de um sentimento pedófilo. Eu da minha parte, não tenho nada contra as peludas, desde que mantenham a higiene nos seus pelos no suvaco de tantos outros lugares.







*Imagens Google
AgorAcontece

sexta-feira, 15 de março de 2013

Recall do suco Ades Maçã




Imagem meramente ilustrativa
Li esta matéria no jornal O Globo, do dia 13 de março, e fiquei chocado. A baixo publico na íntegra a informação sobre o anuncio da empresa Unilever que anuncia recall do suco AdeS Maçã devido a risco de queimadura. Avise a todos!!!

“A Unilever Brasil vai publicar nesta quinta-feira um comunicado informando que o conteúdo de 96 caixas do suco AdeS Maçã 1,5 litro, do lote AGB 25, está impróprio para consumo. A empresa detectou falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza. O consumo do produto nestas condições pode causar queimadura. Os produtos deste lote, fabricado em 25 de fevereiro e válido até 22 de dezembro deste ano, foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Segundo a empresa, a falha identificada já foi solucionada. Os produtos existentes na fábrica foram retidos e os que ainda estão nos pontos de venda estão sendo recolhidos. A fabricante solicita que os consumidores não utilizem o produto, caso já o tenham comprado. E que entrem imediatamente em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) pelo número 0800 707 0044, das 8h às 20h, pelo sac@ades.com.br.”

terça-feira, 5 de março de 2013

Curamos a primeira criança de AIDS?


A boa notícia foi anunciada na Conferência sobre Retroviroses e Infecções Oportunísticas, em Atlanta (EUA). Um bebê nascido na área rural do Mississipi (EUA) foi curado da AIDS depois de ser tratado com um “regime agressivo de drogas” logo após o nascimento.
O fato aconteceu há 2 anos e meio, e abre as portas para que milhares de bebês que nascem com AIDS sejam curados também. Se confirmado, será o segundo caso de cura da doença.

Nascido com AIDS

Muitas pesquisas evidenciam que tratar bebês nascidos de mães portadoras do HIV com drogas anti-retrovirais pode prevenir infecções. Há até mesmo uma combinação de drogas, chamada de Truvada, que foi aprovada para este objetivo em julho de 2012.
Entretanto, este não foi o caso do bebê em questão, que passou por cinco testes para HIV e teve resultado positivo em todos eles.
Os dois primeiros testes, feitos com intervalo de uma hora, indicavam 20.000 cópias do vírus por mililitro, o que é considerado baixo para um bebê. Entretanto, como os testes deram positivo logo após o nascimento, os médicos acreditam que a infecção aconteceu no útero, e não no nascimento.

Ataque precoce

Normalmente, o vírus infecta primeiro o sangue e depois migra para outros órgãos, escondendo-se em células infectadas, mas que não ficam doentes, e que servem para disparar novos surtos da doença. São os chamados repositórios virais, que tem frustrado tratamentos até hoje.
No caso desta criança recém-nascida, a médica tomou uma decisão incomum: administrar não apenas a Truvada, mas um regime triplo de drogas, que são usadas para tratar a infecção, e em dose maior.
A intenção da Dra. Hannah B. Gay, professora associada de pediatria, era iniciar o tratamento da doença imediatamente, antes mesmo dos resultados confirmarem a infecção. A administração das drogas começou 30 horas depois do nascimento.
Aos 18 meses de tratamento, por razões que não são claras, a mãe da criança parou de levá-la ao hospital, não comparecendo às consultas marcadas. Quando trouxe a criança novamente ao médico, aos 23 meses, apesar de ela não estar recebendo a medicação há 5 meses, os exames não detectaram qualquer carga viral.

Cura?

O caso é bastante polêmico, por que se trata de apenas um paciente. A Dra. Gay aponta que é importante testar o procedimento em outros bebês nascidos de mães portadoras de HIV, para ter a confirmação de sua eficácia.
Outros pesquisadores alertam também para o fato de que é preciso primeiro confirmar que a criança estava realmente infectada com o vírus.
Por fim, este tratamento tem pouca ou nenhuma relevância para pacientes adultos ou adolescentes que são diagnosticados bastante tempo depois da infecção inicial.
Mas é possível, neste caso, que a decisão da médica de iniciar um tratamento anti-retroviral agressivo menos de 31 horas depois do nascimento possa ter levado a sua cura – as drogas teriam atacado o vírus antes da formação dos assim chamados reservatórios virais.
A esperança é que, se confirmada a cura, este tratamento seja adotado em países pobres, onde muitas crianças nascem de mães portadoras de HIV. [ScienceDaily, Forbes,WallStreet Journal, NY Times]

Fonte: hypescience.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

Em busca da dieta perfeita


Um novo estudo da Universidade de Cincinnati (EUA) sugere que ainda não encontramos uma “dieta perfeita”, que promove a perda de peso e melhora da saúde ao mesmo tempo, porque focamos nas coisas erradas: ao invés de nos concentrar em macronutrientes que compõem os alimentos (gorduras, proteínas e açúcares), poderíamos nos sair melhor se nos concentrássemos em um nível ainda mais profundo – nos micronutrientes derivados de certos alimentos que atuam ao nível celular.

Você já deve ter ouvido falar de diversas dietas diferentes (de alta proteína, de baixa gordura, dieta mediterrânea, dieta de Atkins, etc), cada uma clamando ser a melhor que existe.
Como nunca mais precisar fazer uma dieta

Mas, ao invés de focar nos efeitos negativos do alto teor de gordura ou excesso de carboidratos nas refeições, por exemplo, Randy Seeley e Karen Ryan sugerem que os alimentos devem ser vistos e estudados como se fossem uma mistura de “hormônios”, devido à forma como os seus derivados atuam sobre as células dentro do corpo.

Os pesquisadores dão como exemplo o aminoácido leucina, que não é fabricado no nosso corpo e precisa ser comido. Leucina desencadeia vias cerebrais que reduzem a ingestão de alimentos e o peso corporal. Ele é um micronutriente de muitos alimentos como a soja, alguns cortes de carne bovina, arroz integral, gema de ovo de galinha e leite de vaca.

“O que nós comemos não é feito apenas de várias quantidades de proteína, gordura e açúcar”, explica Seeley, professor de medicina na Universidade da Califórnia e diretor do Centro de Diabetes e Obesidade de Cincinnati, ambos nos EUA. “Conforme o alimento é quebrado, seus componentes micronutrientes circulam no sangue e agem sobre células em vários órgãos, alterando suas atividades, da mesma forma que hormônios produzidos em nosso corpo fazem”.

É como se nosso organismo pudesse “ouvir” e “responder” aos alimentos que estamos comendo. Assim como os diferentes níveis de vários hormônios podem influenciar a nossa saúde, os “hormônios” que vêm da nossa comida também podem.

Os cientistas sugerem que, se começarmos a pensar nos micronutrientes dos alimentos, nossas dietas poderiam ser projetadas de forma a reduzir as chances de certas doenças e promover o bem-estar. [MedicalXpress]

Fonte: hypescience.com

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Mito ou verdade: músicas chatas grudam mais na nossa cabeça?

Praticamente todo mundo já passou por isso: ficar o dia todo com uma música na cabeça, cantando repetidamente apenas uma parte dela, odiando-a cada vez mais.

Sejam canções de rock, funk ou música clássica, é fácil ter fragmentos grudados na mente, tocando incessantemente por algum período determinado, mesmo que a música não seja do seu agrado.

Essa repetição “chiclete” é conhecida pelo termo “earworm” (algo como “verme de ouvido”), expressão utilizada pela primeira vez em 1980, em tradução literal do alemão “ohrwurm”.

Em um estudo recente da Universidade Western Washington (EUA), pesquisadores analisaram o que torna as músicas mais propensas a “grudar na nossa mente”, expondo centenas de participantes inocentes a canções populares e, em seguida, pedindo-lhes para completar várias tarefas.

Pesquisas anteriores haviam mostrado que as pessoas são capazes de recordar o primeiro verso de uma música que elas gostam, mas depois do refrão, começam a tropeçar na letra. Neste ponto, a música torna-se “incompleta” (você não “consegue” encerrá-la), e isso se torna um pensamento intrusivo.

“Chega-se ao refrão, e então você trava bem ali, e fica ‘condenado’ a esse ponto da música”, explica Ira Hyman Jr, principal autor do novo estudo.

A pesquisa descobriu que as canções se “intrometeram” nas mentes das pessoas tipicamente durante as tarefas muito difíceis, o que fez com que a mente vagasse, ou muito fáceis, o que criou uma abertura mental para pensamentos repetitivos.

Mais: a pesquisa sugere que as músicas de que gostamos, e não aquelas que desprezamos, são mais propensas a formar pensamentos intrusivos – os quais vão se “intrometer” na nossa mente quando nos deparamos com tarefas mais fáceis ou mais difíceis.

O truque para afugentar um “earworm”, segundo o Dr. Hyman, é encontrar uma tarefa envolvente que exija os componentes auditivos e verbais de sua memória de trabalho – como a leitura de um bom livro ou assistir a seu programa favorito.[NYTimes]

Espontaneamente chata
Outras pesquisas sobre o assunto já foram feitas. A Dra. Vicky Williamson, da Universidade Goldsmith (Reino Unido), por exemplo, sugere que a nossa memória processa certas músicas de uma forma que faz com que nossos cérebros sejam particularmente propensos a recuperá-las espontaneamente.

Ou seja, uma canção pode ser desencadeada em nossa mente por uma palavra encontrada nas letras, ou por sentimentos como estresse ou surpresa, que correspondem a uma memória particular que ocorreu enquanto você estava ouvindo a música. Por exemplo, ler a palavra “Delícia” em uma marca de margarina faz você lembrar da música do Michel Teló a ponto de cantá-la o dia todo.

Surpreendentemente, a Dra. Vicky descobriu que a composição da música (por exemplo, se é uma música que “pega” por ter rimas fáceis) não é especialmente importante para determinar se lembraremos dela ou não.

Mas essa habilidade de certas músicas de “surgirem” em nossas memórias de forma completamente espontânea, sem que procuremos nos lembrar dela, pode fazer com que fiquemos com canções que não gostamos, como “Rebolation”, na mente por muito tempo.

Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque estruturas rítmicas e intervalos no timbre são parecidos nessas músicas – receita que torna mais fácil para nosso cérebro recordá-las.

Fonte: http://hypescience.com

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mito ou realidade: precisamos de 8 horas de sono por noite?


Quantas vezes você já ouviu que, para levar uma vida saudável, precisa de pelo menos oito horas de sono ininterrupto? A ideia parece sensata, mas carece de base científica. “A necessidade de sono varia conforme o indivíduo e pode estar entre 12 horas para algumas crianças e seis horas para adultos mais velhos”, aponta o professor de psicologia Leon Lack, da Universidade de Flinders (Austrália).
Em artigo recente publicado no site Medical Xpress, Lack destrinchou mitos envolvendo o sono (além daquele das 8 horas diárias “mínimas”). Para começar, diz, o sono normal não é um “longo e profundo vale de inconsciência”. “O período de sono é formado por ciclos de 90 minutos”, explica. “Acordar entre estes ciclos é normal e se torna mais comum conforme envelhecemos”.

A siesta
Se você sente sono no início da tarde, não pense que é porque comeu demais: faz parte do ritmo natural do nosso corpo. Por causa dos chamados ritmos circadianos, que controlam nosso relógio biológico, produção hormonal, temperatura corporal e funções digestivas ao longo do dia, é normal que nossa atenção diminua no período pós-almoço.
Antes da Primeira Revolução Industrial, quando o ritmo de trabalho passou a exigir que os operários passassem oito horas seguidas em atividade, a “siesta” (aquele cochilo no início da tarde) era um padrão de sono dominante, conta Lack. “Ainda é comum em comunidades rurais ao redor do mundo, não apenas em culturas do Mediterrâneo ou da América Latina”.

Sono bifásico
O sono bifásico, outra rotina, que pode soar meio estranha hoje em dia, também era comum antes da Primeira Revolução Industrial. “Esse padrão consiste em um sono inicial de aproximadamente 4h30 (três ciclos de sono de 90 minutos cada) seguido por duas horas acordado e um segundo período de sono de 3h (outros dois ciclos)”, explica.
Durante o inverno, habitantes da Europa Setentrional (ao norte do continente) passariam 9 ou 10 horas na cama, seguidas por 2 ou 3 horas de vigília, que poderiam ser contínuas ou divididas.

Sem medo de acordar
O mito do sono ininterrupto, tão forte nos dias de hoje, pode gerar preocupação entre pessoas que acordam no meio da noite e, assim, realmente causar insônia.
Na verdade, destaca Lack, “humanos podem dormir em diferentes horários e demonstrar pouca diferença em sua competência ao acordar”. Ele menciona pesquisas em que os participantes passaram por rotinas diversas: 20 minutos de sono a cada hora; 1 hora de sono a cada 3; ou 10 horas de sono a cada 28. Quando se acostumaram, os participantes não tiveram dificuldade em seguir essas estranhas rotinas.
“O sono de melhor qualidade é obtido na fase baixa de nosso ciclo circadiano – quando a temperatura do corpo e os índices metabólicos estão em seu nível mínimo”, aponta o autor. Para a maior parte das pessoas, isso ocorre tarde da noite – mas há casos e casos.
“Não há dúvida de que o mito das 8 horas de sono sólido é uma imposição cultural recente”. Portanto, se você acorda no meio da noite, nada de “perder o sono”. É normal!

Fonte: hypescience.com

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Por que barba faz bem aos homens


Muitas mulheres não gostam de arranhar seus rostos nos pelos duros das barbas de seus parceiros. Mas, se você quer o melhor para seu amado, pense duas vezes antes de pedir que ele pegue a navalha. De acordo com novas pesquisas, barbas e bigodes podem ser benéficos para a saúde dos homens.
Esse é um campo de pensamento novo na ciência. No entanto, não custa se informar das possíveis vantagens da barba, especialmente se você é adepto a ela:

Proteção contra o sol

Segundo um estudo recente da Universidade de Southern Queensland (Austrália), um rosto com barba oferece proteção significativa contra os danos do sol e câncer de pele. Os pesquisadores descobriram que as partes do rosto cobertas por barbas e bigodes, em média, têm um terço a menos de exposição aos raios UV prejudiciais.
O estudo foi conduzido no sol do deserto australiano com manequins com e sem barba (barbas de 3,8 e 8,8 centímetros). Os pesquisadores utilizaram técnicas de dosimetria, que medem a quantidade de raios ou radiação absorvida em um determinado momento. Os resultados mostraram que as barbas pareciam oferecer 90 a 95% de proteção contra o sol, dependendo do comprimento do pelo.
Geralmente, os cabelos e pelos oferecem boa proteção contra o sol. É por isso que as mulheres têm muito menos danos solares se o seu cabelo cobre a parte de trás do seu pescoço e os lados de seus rostos.
A espessura do pelo também conta. Uma teoria é que de pelos grossos e encaracolados na barba “quebram” os raios do sol. A luz viaja em linha reta, mas quando bate no cabelo encaracolado, quebra-se, de modo que dificilmente atingem a pele por baixo.
Homens com barbas longas podem acrescentar a proteção em superfícies abaixo da face, como queixo e pescoço. Ainda assim, homens com pelos faciais devem usar um protetor solar, que não seja muito gorduroso, porque muitas barbas não são densas o suficiente para proteger bem a pele.

Alívio contra asma

Homens que têm asma desencadeada por pólen e poeira deveriam crescer pelos faciais, mais especificamente, um grande bigode, porque isso pode ajudar a reduzir os sintomas da condição.
Bigodes que atingem a área nasal podem parar ou impedir que alérgenos entrem no nariz e sejam inalados pelos pulmões, de acordo com a especialista médica em pelo Carol Walker, do Birmingham Trichology Centre (Inglaterra).
Já o britânico Dr. Rob Hicks acha que apenas o pólen, que é pegajoso, poderia ficar preso desta forma, impedido de entrar nas vias aéreas. “As partículas de poeira são microscópicas”, diz.
E, mesmo que bigodes sejam uma boa armadilha para a poeira, possuem um lado negativo: podem acumulá-la e qualquer gesto mais enérgico pode enviá-la para o nariz.
“Em teoria, um bigode pode impedir que gatilhos da asma entrem nas vias aéreas, mas teriam que ser coisas grandes”, conclui o Dr. Felix Chua, médico respiratório da London Clinic, Harley Street (Londres, Inglaterra).

Desaceleração do envelhecimento

O pelo facial pode ajudar a manter a pele jovem e em boas condições. Isso porque ele impede que a água deixe a pele, mantendo-a hidratada e protegendo-a do vento, que a resseca e perturba sua barreira protetora, de acordo com o dermatologista Dr. Nick Lowe.
“Além disso, se você passar hidratante, a barba ou o bigode vão ajudá-lo a ficar muito mais tempo na pele do que em um rosto exposto ou raspado”, explica.
A simples presença de folículos pilosos na face também ajuda, assim como as glândulas sebáceas da pele que revestem o pelo em óleos protetores. Em qualquer lugar que folículos capilares e glândulas de óleo estejam presentes, incluindo queixo, face e laterais do rosto, a pele fica mais grossa (e os homens têm mais folículos pilosos nesta área do que as mulheres).
“Pele mais grossa é mais resistente a danos, mesmo se o homem não tiver uma barba, em comparação com as mulheres, cuja pele tende a ser mais fina e ter menos folículos”, afirma Dr. Lowe.

Ajuda com resfriados e tosses

Barbas espessas que crescem sob o queixo e o pescoço aumentam a temperatura do corpo e podem ajudar a combater um resfriado.
“Pelo é um isolante que mantém o pescoço quente. Barba espessa bloqueia o ar frio e eleva a temperatura do pescoço, se tornando um bônus quando você está resfriado”, explica Carol Walker.
Quando você tem uma dor de garganta, por exemplo, o corpo aumenta sua temperatura (febre) para matar o vírus. Quanto mais quente você se mantém e mais fluidos você toma, melhor equipado fica para combatê-la. “Pelo em torno do queixo e pescoço acrescenta outra camada de proteção”, diz.
No geral, pelos faciais podem atuar como uma barreira física à temperatura fria. E temperatura corporal maior pode ajudar até com a tosse. “Tive pacientes que disseram que se agasalhar e usar algo como um lenço no pescoço diminuiu a tosse. É possível que uma barba também possa fazer isso”, conta o Dr. Felix Chua.

Suaviza a pele

Ter uma barba significa não se cortar nem irritar a pele com uma lâmina de barbear.
“Raspar é geralmente a principal causa de infecções bacterianas na área da barba”, explica o Dr. Martin Wade, dermatologista em Londres (Inglaterra).
Com a barba, os homens também poderiam se livrar de pelos encravados e condições como foliculite (infecção dos folículos pilosos que causa manchas).

 Mas se você decidir ter uma barba…

Seja cuidadoso. Evidências científicas mostram que a barba pode espalhar infecções.
“É por isso que é importante que os homens lavem e escovem bem seu pelo facial regularmente, e garantam que a área não fique ferida com pelos encravados”, explica o Dr. Ron Cutler, microbiologista da Queen Mary, University of London (Inglaterra).
“Os homens precisam lavar e cortar suas barbas e bigodes regularmente, impedindo que restos de comida fiquem presos”, acrescenta Carol Walker. “Também devem ter cuidado sobre sua escolha de barbeiro, porque é possível pegar infecções através de ferramentas que não sejam limpas adequadamente”.[DailyMail]
Fonte: http://hypescience.com

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

10 coisas que você provavelmente não sabia que são radioativas

A maioria de nós conhece as coisas óbvias que produzem radiação: usinas nucleares, micro-ondas, bombas atômicas, etc. No entanto, existem coisas menos óbvias com as quais temos que nos preocupar. Confira:

10. Castanha-do-pará


A castanha-do-pará é um dos alimentos mais radioativos do mundo. No entanto, não pense que comer punhados dela lhe dará superpoderes. Você apenas vai defecar e urinar radioativamente. A razão para isto é que as raízes das árvores que produzem a castanha crescem tão profundamente no solo que absorvem níveis maciços de rádio, uma fonte natural de radiação.

9. Grand Central Station
A estação Grand Central Station em Nova York (EUA) é uma das maiores estações ferroviárias do mundo, e também uma das mais radioativas. Isto porque muitas das paredes da estação, bem como seus fundamentos, foram construídas utilizando granito, uma pedra capaz de deter radiação natural. Na verdade, os níveis de radiação produzidos pela estação são tão altos que ultrapassam os níveis que as usinas nucleares são legalmente autorizadas a emitir.

8. Denver (EUA)

É um fato científico que, quanto maior a altitude, mais exposição a formas de radiação cósmica se recebe. Você pode culpar a atmosfera da Terra por isso: a camada atmosférica que envolve a Terra fica mais fina conforme mais próximos estamos dela. Portanto, oferece menos proteção para as pessoas embaixo. Este é um problema para os moradores de Denver, já que a cidade está a mais de um quilômetro acima do nível do mar. Como resultado, sua população é atingida por duas vezes mais radiação que os que vivem no nível do mar. Estranhamente, no entanto, isso não tem um efeito ruim para a saúde: um estudo descobriu que as populações que vivem em altitudes montanhosas vivem mais tempo e tem uma vida mais saudável.

7. Placas de “Saída”

Lugares públicos geralmente têm placas ou sinais que indicam a saída brilhantes espalhados pelo lugar. Como eles são projetados para serem usados durante desastres, a fim de orientar as pessoas para fora em segurança, não estão conectados à fonte de alimentação principal do edifício (justamente porque devem guiar as pessoas mesmo em falta de eletricidade). Então, como geram essa luz? Baterias de longa duração? Não. A luz é gerada por amostras de um isótopo radioativo de hidrogênio, o trítio, no interior da placa. Infelizmente, no entanto, se esse mesmo desastre que cortar a energia também quebrar a placa, o isótopo radioativo pode escapar e contaminar o edifício.

6. Caixa de areia para gatos

Fique longe da caixa de areia do seu gatinho, já que esta é uma das fontes mais comuns de radiação. Isso porque um dos seus principais componentes é argila bentonítica, um tipo de argila ótimo para absorver coco e urina, mas terrível por deter vestígios de urânio e tório (elementos radioativos) de ocorrência natural. Graças à maneira como nós simplesmente despejamos milhares de toneladas de areia para gatos em aterros sanitários a cada ano, há um perigo de que esta radiação possa eventualmente se espalhar para nossas águas subterrâneas.

5. Bananas

Bananas, como a castanha-do-pará, produzem pequenas quantidades de radiação. No caso das bananas, a culpa é de seu código genético. Antes de começar a enterrar suas bananas em um caixão de chumbo revestido, porém, fique sabendo que você teria que comer cerca de cinco milhões de bananas para se contaminar com essa radiação. Mesmo pequena, ela ainda é detectável em contadores Geiger, no entanto.

4. Bancada de granito

Vamos dizer que você se assustou e nunca mais vai comer bananas ou castanha-do-pará novamente. Seu corpo é um templo livre de radioatividade. No entanto, se você tem uma bancada de granito na cozinha, então há uma boa chance de que quase toda comida que foi preparada lá foi submetida à radiação. Se você se lembra da história da estação Grand Central Station, já sabe por que: é porque o granito é uma rocha excelente para reter radiação que ocorre naturalmente.

3. Cigarro

Muitos cigarros contêm materiais radioativos, como polônio-210 (o isótopo radioativo usado para assassinar Alexander Litvinenko) e chumbo-210. Se você está procurando razões para parar de fumar, essas são excelentes. Estes materiais, que sobrevivem nas folhas de tabaco durante todo o processo de produção dos cigarros, são libertados para o ar na forma de vapor quando o cigarro é aceso e inalado pelo fumante. Embora estes materiais sejam liberados em concentrações baixas, os depósitos destes produtos químicos podem acumular-se de forma significativa nos órgãos de fumantes médios a pesados, e acredita-se estarem ligados ao desenvolvimento de certos cânceres.

2. Objetos de cerâmica e vidro velhos

Muitos itens de cerâmica produzidos antes de 1960, principalmente os com cor laranjada ou vermelhada, contêm altos níveis de urânio, por conta de ele ter sido misturado no esmalte que dá as peças sua cor distinta. Da mesma forma, se você tem quaisquer itens de vidro antigo com uma cor esverdeada, eles provavelmente também contêm urânio. Não se deve beber a partir desses objetos (no caso de serem copos), ainda mais porque porcelana antiga também vaza chumbo.

1. Revistas com páginas brilhantes

Se uma editora de revistas quiser vender mais, geralmente passa a imprimir seus produtos em papel brilhante, simplesmente porque parece mais agradável e torna os consumidores mais propensos a comprá-los. Entretanto, esta aparência brilhante requer que o papel seja coberto de caulim, um tipo de argila branca. Como a argila da caixa de areia para gatos, esta também é capaz de deter elementos radioativos como urânio e tório. Por fim, caulim também é usado comummente como aditivo alimentar e como ingrediente em muitas drogas.[Listverse]


Fonte: http://hypescience.com

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

SAÚDE: Alimentos que ajudam a evitar rugas


 Se a fonte da juventude fosse vendida em pote s nas farmácias, teria o sabor de um doce morango ou uma adstringente romã. Afinal, segundo um recente estudo da Universidade Hallym, na Coreia do Sul, essas frutas são algumas das melhores opções para prevenir o envelhecimento precoce da pele. “Elas são ricas em ácido elágico, um antioxidante poderoso”, afirma o bioquímico Marcelo Hermes Lima, da Universidade de Brasília, que estuda o composto há anos.

Além de romãs e morangos, a pele agradece o consumo de molho de tomate. Esse alimento foi testado na Universidade de Manchester, na Inglaterra, e se mostrou um aliado da juventude do tecido. Os pesquisadores acrescentaram 55 gramas — a quantidade que consumimos em uma boa macarronada — à dieta  diária de mulheres com cerca de 30 anos de idade. Os resultados foram animadores: uma substância do tomate, o licopeno, reduziu a ação dos raios UVA, principais responsáveis pelo fotoenvelhecimento.

A castanha-do-pará, por sua vez, se destaca por ser um reservatório — e que reservatório! — de selênio, um mineral ultrabenéfico contra o câncer. As últimas novidades a respeito desse nutriente foram divulgadas pela Universidade de Queensland, na Austrália. Lá, 485 adultos receberam grandes concentrações de selênio e, assim, conseguiram afastar tumores de pele. O risco, segundo os cientistas, foi 60% menor do que em pessoas com o consumo insuficiente do mineral. “O selênio é um componente essencial de enzimas que possuem atividade antioxidante”, revela a epidemiologista Jolieke Van Der Pols, que conduziu o experimento. Por isso, é tão importante no combate a tumores, já que ajuda a defender o organismo contra o ataque dos radicais livres.

Fonte: Revista Saúde!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Casos de Hanseníase caem, mas Piauí ainda ocupa o 6º lugar



A Secretaria de Estado da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (28), um relatório com o número de casos de Hanseníase no ano de 2012 no Piauí. Houve uma queda nos registros, mas o estado continua a ocupar o sexto lugar no ranking das notificações da doença e é o segundo no Nordeste.
Foram registrados 968 novos casos da doença em 2012. Em relação a 2011, houve uma leve queda, já que naquele ano foram registrados 1.153.

De acordo com Karina Amorim, coordenadora de Doenças Transmissíveis da Sesapi, o coeficiente de detecção geral da doença caiu de 36 para 30 casos por 100 mil habitantes. Ela esclarece que o que mais dificulta no controle da doença é a falta de um diagnóstico precoce.

“As pessoas não têm a preocupação de procurar atendimento médico quando alguma mancha aparece. Elas imaginam ser uma outra doença antes mesmo de ter um diagnóstico. Isso dificulta o controle porque elas acabam transmitindo para outras pessoas”, explica Karina.

A Secretaria de Saúde irá intensificar as ações nas cidades de Teresina, União, Parnaíba, Floriano, Picos, Piripiri e São Miguel do Fidalgo.

“Nossas ações estarão mais concentradas dentro das escolas onde queremos atingir crianças e adolescentes com idade entre 5 e 14 anos. Quando a criança apresenta algumas mancha e há o diagnóstico da hanseníase, possivelmente tem algum adulto com a doença em casa. Nesses casos o tratamento em crianças é ainda mais complicado”, disse ainda a coordenadora.

Em 2011, de acordo com Karina Amorim, o percentual de cura chegou a 81,49% contra 76,8% de 2012. “O Ministério da Saúde do Brasil retomou desde 2011 o Plano de Eliminação da Hanseníase como problema de saúde pública, ou seja, alcançar menos de um caso para cada grupo de 10.000 habitantes até 2015”, explica.

A doença
A hanseníase é uma das mais antigas doenças que acomete o homem. É causada pelo Mycobacterium leprae, bacilo descoberto em 1873 pelo médico Amaneur Hansen, na Noruega. Em homenagem ao seu descobridor, o bacilo é também chamado de Bacilo de Hansen. O bacilo de Hansen é um micróbio que apresenta afinidade pela pele e nervos periféricos.

A doença é ainda infecciosa, crônica, de grande importância para a saúde pública devido à sua magnitude e seu alto poder incapacitante, atingindo principalmente as pessoas em faixa etária economicamente ativa comprometendo seu desenvolvimento profissional e/ou social. O alto potencial incapacitante da hanseníase está diretamente relacionado à capacidade do bacilo penetrar a célula nervosa e também ao seu poder imunogênico.

Fonte: G1

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Programa da Globo ensina a limpar a bunda adequadamente



Vídeo do Programa Bem Estar, da Rede Globo, que em uma de suas edições ensinou como se deve limpar o bumbum adequadamente após a pessoa fazer o número 2 no banheiro. O médico especialista diz que o ideal é sempre tomar um banho após a evacuação ou então fazer a higienização no bidê, porém, quando isso não é possível, ele ensina como se limpar com o papel higiênico mesmo. Confira!



Fonte: Osmelhoresvideos.net/ GP1

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Saiba o que e pressão arterial.

Imagem: Web

Para que o sangue circule pelo organismo, o coração precisa exercer pressão ao bombeá-lo. Ao executar a tarefa, o órgão se contrai, num momento chamado sístole, e jogado uma grande quantidade de sangue para as artérias. Essa pressão e conhecida como pressão máxima ou sistólica.
  
Quando o coração relaxa (diastóli), a pressão no vaso sanguíneo diminui.  Por isso, e conhecido como pressão diastólica ou mínima. Essas duas medidas quantificam a pressão arterial. Segundo a associação Brasileira de Hipertensão, a pressão ideal para pacientes saudáveis deve ser menor que 130mmHg milímetro de mercúrio (máxima) por 90 mmHg (mínima) ou 13 por 9.

Já quem tem diabetes, problemas renais ou obesidade, por exemplo, males que podem se agravar ainda mais com a hipertensão, devem reduzir bem os ponteiros da pressão. O índice recomendado e de 12 por 8.

CAUSAS CONHECIDAS: 
  • Excesso de peso
  • Sedentarismo
  • Ingestão elevada de sal
  • Consumo excessivo de alcool
  • Tabagismo
  • Herança Genética

SINTOMAS:

  • Dor de cabeça
  • Dor na Nuca
  • Vermelhidão no pescoço e Tórax
  • Tontura
  • Fadiga
  • Náusea
  • Vista embaçada
  • Respiração Ofegante
  • Dor no Peito
  • Mãos e pés Frios

COM TEMPO, A CONDIÇÃO CAUSA DANOS A VARIOS ORGÃOS.

NARIZ

As paredes dos vasos podem romper e ocorrer sangramento pelas narinas.

CÉREBRO

Provoca lesão na camada interna que reveste os vasos sanguíneos, facilitando o acumulo de placas de gordura nesses locais. Isso aumenta o risco de entupimento dos vasos, aumentando os riscos de ocorrer um acidente vascular cerebral (AVC), conhecido como derrame. O problema pode ser divido em dois tipos. O primeiro é isquemia (há um entupimento do vaso, interrompendo a irrigação do sangue). O segundo é chamado de hemorrágico (há um entupimento de vasos, ocasionando o vazamento de sangue). O acidente pode matar ou deixar sequelas graves, com paralisia total ou parcial.
  
OLHOS

A chance de ocorrerem lesões nos vasos da retina, o que pode causar alterações visuais e até cegueira.

CORAÇÃO

O mesmo mecanismo que lesa os vasos sanguíneos do cérebro prejudica as artérias do coração, aumentando os riscos de ocorrência de infarto ou angina (forte dor no peito). A pressão alta também pode exigir que o coração faça uma força extra para bombear o sangue, fenômeno que pode levar ao aumento do músculo cardíaco, maior risco de arritmia e morte súbitas.

RINS

Os rins são responsáveis por filtrar as impurezas do organismo. Mas a pressão arterial elevada prejudica o seu bom funcionamento do órgão e com tempo provoca falência renal. Se nada for feito, pode ser necessária a hemodiálese (método de filtragem artificial das toxinas). Há casos em que a única saída é o transplante.

LIGAÇÕES DIRETAS

A hipertensão esta relacionada também ao surgimento da chamada síndrome metabólica. Trata-se da explosiva combinação entre pressão arterial elevada, obesidade e diabetes tipo II. O portador da síndrome corre 2,5 vezes mais risco de sofrer problemas cardiovasculares.


Fonte: Nutri Esportiva


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